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Exercício abranda esclerose 03/12/2008

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Portugal – Idália Silva, 49 anos, sofre de esclerose múltipla desde 1997 e garante que o exercício físico “é um incentivo à estagnação da doença”. Idália foi uma das participantes da primeira aula de fitness para pessoas que sofrem desta doença, que decorreu no Holmes Place de Miraflores, Oeiras.

Trata-se de um projecto-piloto lançado pelo programa Rebicare e que tem como objectivo aumentar a qualidade de vida de pessoas que sofram de esclerose múltipla. A iniciativa consiste em duas aulas semanais no clube de Miraflores, mas se “tudo correr bem as aulas também existirão noutros ginásios da zona de Lisboa, Coimbra e Porto”, garantiu ao CM Duarte Galvão, instrutor da aula de fitness e responsável técnico do programa Rebicare.

Os exercícios físicos praticados na aula foram direccionados para “trabalhar e melhorar o equilíbrio, a nível da instabilidade e do medo, que é muito frequente nos doentes com esclerose”, explicou Duarte Galvão.

Já Ricardo Ginestal, neurologista, considerou que os doentes estão a aderir “de forma positiva” à iniciativa. “Cabe ao médico de cada doente a responsabilidade de divulgar estas aulas”, referiu, afirmando que “50 hospitais do País estão a divulgar esta iniciativa”.

O Fórum Lisboa acolhe hoje e amanhã o Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla. ‘Direitos Iguais, Tratamento Igual em Toda a Europa’ é o tema do encontro, que contará com a presença do presidente da ARS de Lisboa, Rui Portugal, na cerimónia de abertura.

Fonte: Correio da Manhã

Botucatu terá encontro sobre fadiga 02/12/2008

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A enfermeira Michele Belan, da Bayer Schering Pharma (BSP), ministrará a palestra gratuita “Fadiga no portador de esclerose múltipla”, voltada a pacientes e familiares, no dia 06 de dezembro.

Ela abordará dicas de exercícios, relaxamento e estratégias de conservação de energia para o paciente enfrentar o cansaço e, conseqüentemente, garantir maior qualidade de vida.

A fadiga é uma das queixas mais comuns dos pacientes com esclerose múltipla, mas pode ser controlada quando compreendida corretamente. Um dos tipos de fadiga caracteriza-se pelo cansaço contínuo que impede o paciente de efetuar as tarefas fáceis do cotidiano.

Em outros casos, o paciente sente-se bem em descanso, mas tem uma sensação de cansaço após alguns minutos de atividade física. Para reduzir o problema, duchas e banhos frios podem ajudar o paciente e o ar condicionado pode ser útil em climas quentes. “O aspecto mais importante para lidar com o cansaço é encontrar o ritmo de vida certo”, destaca Michele Belan.

O encontro acontece em parceria com a Associação de Botucatu e Região de Esclerose Múltipla (ABREM), às 14 horas, na rua Nossa Senhora Aparecida, s/nº, Vila São Luis, em Botucatu. Mais informações pelo telefone (14) 9667-8834.

Fonte: www.itu.com.br

Palhaços nus pela esclerose múltipla 26/11/2008

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Naked Clown Calendar seeking a cure for MS one laugh at a time

A turma de palhaços que se forma este ano no Clown Conservatory, em São Francisco (California), resolveu tirar a roupa para arrecadar USD 1 milhão em prol de um fundo beneficente para tratamento, pesquisa e cura da esclerose múltipla.

O Naked Clown Calendar já está à venda nos EUA por USD 20 a unidade.

Conheça os artistas da Clown Conservatory Class of 2008 clicando nas imagens abaixo:

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CNPq investe em estudos sobre células-tronco 25/11/2008

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Hemocentro será pólo de pesquisa
CNPq vai investir R$ 7,1 mi em estudos sobre células-tronco; 4 cidades participam

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, vai investir R$ 7,1 milhões para a criação de um instituto de tecnologia em células-tronco e terapia celular em Ribeirão Preto, que será administrado pela Fundação Hemocentro. O edital com o texto da aprovação será publicado na próxima quinta-feira no Diário Oficial da União.

O instituto funcionará como uma rede que interligará especialistas e entidades de pesquisa em São Paulo, Rio de Janeiro, Pirassununga e Belém. O objetivo é criar condições para pesquisa, estabelecimento de um banco de células-tronco, desenvolvimento de sistemas de cultivo e testes pré-clínicos e clínicos.

Pesquisadores prevêem que terapias celulares devem ser disponibilizadas em 15 anos à população. As possíveis aplicações serão para o tratamento de doenças como diabetes tipo 1 e esclerose múltipla.

Além dos investimentos que serão feitos em Ribeirão Preto, outros locais receberão investimentos para a criação de institutos nacionais de ciência e tecnologia. No total, serão investidos R$ 590 milhões em três anos.

Fonte: Gazeta de Ribeirão

As possibilidades de cura com a hipnose 24/11/2008

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Há dois séculos, a hipnose é alvo de controvérsias e seus benefícios são freqüentemente exagerados. A técnica não pode ajudar ninguém a parar de fumar, por exemplo, embora nenhum outro tipo de tratamento ajude de fato a este respeito.

A atitude do paciente é crucial no êxito do tratamento. Segundo Brian Alman, psicólogo que aplica hipnose em San Diego, na Califórnia, “o poder da hipnose, na verdade, está dentro do paciente, não do médico”.

Roberta Temes, hipnotizadora clínica em Scotch Plains, no Estado de Nova Jersey, defende que a hipnose não tem poder de fazer com que as pessoas façam aquilo que não estão dispostas a fazer. “O processo de hipnose só é bem-sucedido quando empregado para ajudar aquelas pessoas que realmente querem promover uma mudança em suas vidas”, afirma Roberta.

Em seu livro The Complete Idiot’s Guide to Hypnosis, Roberta afirma que a conquista de seus objetivos é a melhor prova de que você foi realmente hipnotizado. A especialista também sugere uma segunda ou terceira visita caso seu objetivo não tenha sido alcançado após a primeira consulta.

Na realidade, a hipnose é a síntese da medicina que trata da mente e do corpo simultaneamente. Ela é capaz de treinar a mente para controlar as reações do corpo, assim como modificar as mensagens que o corpo envia à mente. A técnica tem sido utilizada para combater a náusea de gestantes e pacientes sob tratamento quimioterápico, a angústia causada por testes ou visitas ao dentista, dores do período pós-operatório, tratamento de canal, dores do parto, medo de viajar de avião ou falar em público. Também é aconselhável para soluços de difícil cura e para as pessoas que têm o hábito de arrancar o cabelo compulsivamente, entre outros problemas de saúde.

Ao escrever para a publicação científica The Permanent Journalem 2001, Brian Alman afirmou que “o potencial para beneficiar-se da hipnose está dentro de cada paciente”. “O objetivo da hipnose médica moderna”, o especialista acrescenta, “é ajudar os pacientes a lançar mão deste potencial que está no nosso inconsciente.”

Alman descreveu o caso de uma sobrevivente de um campo de concentração com 65 anos de idade que engasgava sistematicamente quando tentava engolir algum alimento. Exames não mostraram qualquer tipo de obstrução em seu esôfago. Após três sessões de hipnoterapia, seu problema desapareceu. “Eu me libertei do meu esôfago”, comemora a paciente.

Não é preciso sequer ficar cara a cara com um hipnoterapeuta para ter benefícios. Roberta Temes destacou que a hipnose pode atingir bons resultados por meio de CD’s ou, até mesmo, por telefone, prática que ela oferece como parte do tratamento. Segundo ela, muitos CD’s indutores do relaxamento podem ser encontrados no site http://www.hypnosis-network.com.

Talento do profissional

Ellen Fineman, terapeuta corporal de Portland, submeteu-se a cinco cirurgias para reparar uma retina que insistia em se descolar. Durante a sexta operação, Ellen fez uso de uma fita cassete de hipnose preparada por Temes especialmente para pacientes que seriam submetidos a cirurgias. “O material era muito relaxante e tranqüilizador”, garante Ellen. “A fita repetia que eu estava nas mãos de profissionais realmente competentes e que teria poucos inchaços”, diz. “Desta vez, a cirurgia foi um sucesso, não houve inflamação, inchaço ou outro descolamento. O cirurgião ficou muito surpreso e perguntou o que eu tinha feito de diferente desta vez”, assegura.

Como em qualquer outro ramo de atividade, alguns hipnoterapeutas têm mais talento do que outros. Roberta Temes sugere que a propaganda boca-a-boca pode ser a melhor maneira de encontrar alguém com prática em hipnose para cuidar do tipo de problema que se tenta solucionar. Útil também é buscar associações de profissionais, que costumam manter listas de referência de terapeutas, com ou sem certificação, de cada localidade e especialidade.

Embora nem todo mundo seja facilmente hipnotizado, quase todos conseguem entrar em um transe terapêutico, diz Roberta Temes. Outro de seus pacientes, a médica Susan Clarvit, psiquiatra de Nova York, pensava que não conseguiria ser hipnotizada – ela era científica demais, racional demais. “Mas eu estava desesperada”, conta Susan. “Estava grávida de meu segundo filho e tinha náuseas constantes, que não me deixavam em paz”, relembra.

A hipnoterapeuta perguntou à paciente o que ela costumava segurar com mais freqüência e Susan respondeu que era uma caneta. “Ela me hipnotizou de maneira que quando eu segurava uma caneta, tinha uma sensação geral de bem-estar. Segurava uma caneta o tempo todo, mesmo quando estava dirigindo, e não sentia náusea”, surpreende-se.

Sob o poder da hipnose, Susan recebeu uma sugestão pós-hipnótica que ligava a ação de segurar uma caneta a se sentir bem. Tais sugestões permitem que as pessoas se comportem de uma maneira nova e desejada depois de serem trazidas para fora do transe.

Poderia se dizer a alguém que esteja tentando superar o hábito de comer: “Quando você estiver com fome, você vai comer vegetais”. A sugestão para um fumante poderia ser “você vai beber água quando quiser um cigarro”, e poderia ser dito a alguém aterrorizado em falar em público: “Você vai respirar bem fundo quando se sentir com medo”.

Ensina-se a muitos pacientes a praticar a auto-hipnose para reforçar o novo comportamento. A médica Karen Olness, professora de pediatria na Case Western Reserve University e que preside a International Society of Hypnosis, diz que “o treinamento em auto-hipnose em crianças é uma estratégia efetiva e prática para prevenir episódios de enxaqueca.”

Às vezes, pacientes com doenças bem-estabelecidas podem se beneficiar da hipnose. Brian Alman conta sobre uma mulher com esclerose múltipla que só foi curada da depressão com hipnose. Ela não havia conseguido melhorar com antidepressivos. Quase imediatamente, relata ele, a depressão da paciente não só melhorou, como seu modo de andar e a sua fala melhoraram notadamente.

Conforme Alman, para muitos pacientes o problema médico é tão complexo que instruções e comandos específicos podem ser ineficazes. O benefício da hipnose tem mais a ver com o desencadear de processos inconscientes do paciente. “Existe uma riqueza de material no inconsciente do paciente que pode ser usado na cura”, sugere. No entanto, Alman lamenta que, embora a hipnose médica possa freqüentemente produzir uma mudança rápida até mesmo em casos difíceis, a técnica seja tão subestimada como uma ferramenta terapêutica. (The New York Times – Gazeta Mercantil)

Fonte: Gazeta Mercantil

Mais um caso de descaso 19/11/2008

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A situação relatada no blog “Fê da Vida” não trata de esclerose múltipla, mas qualquer um que dependa do precário sistema de saúde brasileiro, mais especificamente no Rio de Janeiro, está sujeito a ser tratado como um pano de chão velho, rasgado e imundo.

Quem puder ajudar, entre em contato com a Fernanda; quem não puder, reze para não ter que passar por algo parecido…

Imagens falam mais que mil palavras
http://fernandafreitas.wordpress.com/2008/11/17/imagens-falam-mais-que-mil-palavras/

Música pode ter o mesmo efeito de estatinas no coração 13/11/2008

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As músicas que elevam o coração também podem fortalecê-lo. Pesquisadores americanos constataram que quando as pessoas escutam sua música favorita, seus vasos sangüíneos se dilatam quase da mesma forma que o fariam se o indivíduo tivesse tomado uma medicação para esse fim.

- O efeito é muito impressionante – afirma Michael Miller, diretor de cardiologia preventiva do Centro Médico da Universidade de Maryland, em Baltimore, Nos Estados Unidos. – O diâmetro dos vasos melhorou, os vasos se abriram bastante. Essa ampliação também ocorre quando as pessoas fazem exercícios físicos ou riem bastante.

Um efeito similar também é observado com medicamentos como as estatinas e os inibidores de enzima de conversão da angiotensina (ECA). Quando os vasos se dilatam, o sangue flui mais facilmente e é menos provável a formação de coágulos, que causam infartos e derrames. Os vasos elásticos também resistem ao endurecimento provocado pela aterosclerose.

- Não estamos dizendo que as pessoas devam deixar de tomar estatinas ou que não se exercitem, mas que esta descoberta se some a um programa geral de saúde cardíaca – sugere Miller, que apresentou os resultados no encontro da Associação Americana do Coração, em Nova Orleans.

A equipe avaliou dez homens e mulheres saudáveis, que não fumavam, e lhes pediu que levassem sua música favorita. Os voluntários passaram meia hora ouvindo esta canção e outra meia hora escutando músicas que estimulavam a ansiedade, enquanto os pesquisadores realizavam exames de ultra-som para mostrar o funcionamento dos vasos sangüíneos.

Comparado com as medidas normais de base, o diâmetro aumentava 26% em média quando os voluntários ouviam sua música favorita. Ouvir músicas das quais não gostavam reduzia em 6% o calibre das artérias.

O autor diz que pensou nesta hipótese após realizar um estudo anterior que mostrava que o riso faz o sangue fluir melhor.

- Perguntei-me quais as outras coisas que nos fazem sentir realmente bem, além das calorias do chocolate, é claro. Ocorreu-me a música. Realmente, ela me faz sentir bem – explicou Miller, acrescentando que apesar de a maioria dos voluntários ter optado por música country, o estilo não é tão importante como o prazer que sente cada pessoa ao escutar suas canções favoritas.

Fonte: O Globo Online

Informação ajuda no tratamento da esclerose múltipla 24/10/2008

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A necessidade de informação e esclarecimento a respeito da esclerose múltipla torna-se fundamental para ajudar portadores e profissionais a estabelecer uma relação mais próxima com esse problema que costuma assustar a todos. Como tratar de uma doença incurável que pode incapacitar jovens com sintomas hora discretos e outras vezes intensos, com capacidade de aparecer e desaparecer e que muitas vezes tem suas manifestações confundidas com as de outras doenças é uma questão bastante complexa.

A única medida que pode ser tomada a partir de todas essas características negativas que norteiam essa doença considerada grave e crônica é o conhecimento, conforme explica a professora de neurologia da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), Margarete Jesus de Carvalho. “A informação é importante tanto para o paciente quanto para o médico. O portador da doença, quando bem informado, passa a se observar mais e a perceber com mais facilidade qualquer surto ou problema, em conseqüência, a procura pelo neurologista é mais rápida e as chances de redução das seqüelas são maiores”, comenta.

Normalmente a doença atinge pessoas em idade produtiva, dos 20 aos 40 anos, principalmente do sexo feminino. O problema afeta não só a saúde, mas ainda a vida pessoal, social e até mesmo financeira do indivíduo, já que os medicamentos são de alto custo.

A atenção deve se dar principalmente pelo fato da doença ser neuroimunológica (que envolve o sistema nervoso e de defesa) com causa desconhecida, o que impossibilita qualquer tipo de prevenção. As lesões causadas no SNC (Sistema Nervoso Central) caracterizam-se por surtos periódicos que podem tender para uma piora ou não, dependendo de cada caso.

Estima-se que um a cada 100 mil habitantes seja atingido pela doença nos países do hemisfério sul. A incidência maior, no entanto, se dá nos países localizados na parte superior do globo, onde a temperatura é mais fria. “Normalmente as pessoas com esclerose múltipla têm uma intolerância ao calor, por isso no Brasil a maioria dos casos ocorre nas regiões Sul e Sudeste”, esclarece a especialista.

Diagnóstico difícil
Para descobrir que se tem esclerose múltipla pode levar meses ou até mesmo anos. A doença é tida como uma das que obtém diagnóstico mais difícil. Muitas vezes, os sintomas são confundidos com os de outras doenças, o que dificulta a definição, que na maioria dos casos ocorre a partir de exames complexos como ressonâncias.

Os sintomas podem variar de acordo com os pacientes e na maioria dos casos deixam seqüelas que podem ser pequenas, moderadas ou graves. Entre os fatores mais observados, se enquadram a falta de coordenação, vertigem, dor facial, dormência, perda de visão e de audição, dor nos braços e desequilíbrio.

Porém, por não ser possível identificar de imediato qual o problema, o ideal é que um médico seja procurado em qualquer sinal incomum. “Assim como em toda doença, um profissional, normalmente o clínico geral, deve ser procurado em casos de sentir alguma coisa diferente”, alerta a médica.

O tratamento é feito de acordo com cada caso. “É como se fosse um tratamento individual, que varia dependendo dos sintomas e das seqüelas”, revela Margarete. Outro fator importante é a multidisciplinariedade na ocasião do tratamento, com a colaboração de fisioterapeutas, psicólogos e demais especialistas envolvidos. A necessidade de um tratamento contínuo e o acompanhamento médico periódico pode ser considerado o único fator comum a todos os casos.

Apesar da doença, estudante afirma levar ‘vida normal’
Cerca de um ano foi o tempo esperado pela estudante de administração Ana Paula Alonso para que fosse diagnosticada a doença. Aos 20 anos de idade, a jovem já passou por dois surtos, um que afetou a visão por aproximadamente 15 dias e outro caracterizado por uma paralisia facial. Apesar de ser portadora de uma doença grave, a estudante revela levar uma vida ‘normal’.

“Minha vida não mudou em nada. Tive os devidos cuidados após os surtos, mas não me deixo levar pela doença porque sei que existem problemas piores do que esse”, observa. Ana Paula não necessita de cuidados intensivos e também não faz uso de nenhum medicamento, mas não abre mão do acompanhamento médico pelo menos a cada seis meses.

Segundo a jovem, uma das coisas que passou a fazer parte de sua vida foi uma alimentação mais saudável. “Eu me alimentava mal e por isso tinha imunidade e anticorpos baixos. Agora passei a comer melhor e observar mais a minha saúde”, conta Ana Paula.

Suporte
Por meio da Abem (Associação Brasileira de Esclerose Múltipla) os pacientes com esclerose múltipla podem obter suporte acerca da doença gratuitamente. A instituição atende mais de cinco mil portadores em todo Brasil, oferecendo orientações por carta, telefone e internet. Entre os serviços oferecido estão: fisiatria, psiquiatria, urologia, fisioterapia, fonoaudiologia, neuropsicologia, psicologia comportamental cognitiva, terapia familiar, terapia ocupacional, terapia funcional, nutrição, acupuntura e enfermagem. A Abem fica na avenida Indianápolis, 2752, São Paulo. Telefones: 5587-5584 / 5581-9233.

Fonte: Repórter Diário

Em busca do equilíbrio 20/10/2008

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Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. É no equilíbrio entre a tecnologia (que, sem dúvida, vai continuar avançando com rapidez impressionante) e os velhos paradigmas do atendimento humanista que deve residir a tendência da Medicina para as próximas décadas. As próprias faculdades, tanto no exterior como no Brasil, começam a incentivar uma conduta mais ética e o atendimento global ao paciente. Mas e o mercado? Nós temos uma cultura no Brasil que valoriza o especialista. Enquanto não se inverter essa lógica, os jovens profissionais não serão estimulados a ser médico de família e da comunidade, avisa Jefferson Fernandes, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. E, pro nosso futuro, vamos precisar deles, os generalistas.

Fonte: Revista Saúde! é vital, outubro de 2008

Por uma nova formação 19/10/2008

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Para melhorar o cenário da saúde, aposta-se na formação de novos médicos com uma velha mentalidade. As atuais diretrizes para os cursos de medicina já contemplam a visão de que a relação com o paciente é o mais essencial, diz Jorge Hetzel, diretor-médico da Santa Casa de Porto Alegre. Antes, a preocupação era formar gente capaz de realizar diagnósticos brilhantes e tratamentos de ponta, mas pouco se fazia para criar um profissional apto a dialogar e a ensinar o paciente a se prevenir. É isso o que todos querem mudar.

Outro ponto-chave é a necessária valorização desse profissional. O triste é que o médico, hoje, ganha por produtividade. Em vez de atender bem dez pacientes, tem de ver 20, 30, 50 doentes por dia para obter um rendimento razoável, afirma Pedro Giavania-Bianchi, gerente de ensino do Instituto de Ciências do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Em muitas clínicas, a orientação é que as consultas sejam feitas de 15 em 15 minutos, enquanto o ideal, independentemente da especialidade, seria que durassem no mínimo entre 45 minutos e uma hora.

O esforço para mudar essa realidade é enorme. Vai demorar, é verdade, para colher frutos. Mas qualquer paciente pode ajudar. Você tem um bom médico? Ele sabe ouvir o que você tem a dizer? Conhece a sua história e capricha no atendimento? Então, aproveite que é outubro, o mês dele, e diga: parabéns, doutor. Porque, para a sua saúde, um bom médico é mesmo um santo
remédio.

Grandes hospitais brasileiros têm promovido reuniões, seminários e pesquisas para manter seus médicos sempre atualizados e incentivar a troca de opiniões sobre casos

Fonte: Revista Saúde! é vital, outubro de 2008

Um bom médico ainda é o melhor remédio 18/10/2008

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De volta para o futuro
Para avançar ainda mais, a medicina revê o passado em busca de exemplos de um atendimento mais humanista e, portanto, completo

Os médicos, que comemoram seu mês agora em outubro, nas últimas décadas vivem sob uma avalanche de informações. Não importa a área de atuação, praticamente todo dia revistas e sites especializados anunciam um equipamento inédito ou uma maneira diferente de tratar determinada doença. Seria preciso abrir mão de muito espaço na agenda para acompanhar tudo. E a impressão é de que para todo mal a ciência pode prometer uma cura.

Paralelamente, em especial no Brasil, viu-se uma modificação social e econômica expressiva: o aumento do número de beneficiários de planos de saúde, com a conseqüente diminuição dos atendimentos particulares, provocando queixas entre os profissionais de jaleco branco. É fato: eles recebem cada vez menos por uma consulta. Os pacientes, por sua vez, reclamam do distanciamento dos médicos.

Uma pesquisa realizada em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, ouviu 469 pessoas antes e depois de consultas em clínicas, postos de saúde, hospitais públicos e privados. Acredite: entre as instituições particulares, o tempo de consulta oscilou entre 13 e 26 minutos.

Justamente esses serviços foram os piores, segundo a avaliação dos entrevistados, revela a pesquisadora Cristiane S. Arroyo, da Universidade de São Paulo. Esse dado me surpreendeu, pois esperava encontrar mais atenção ao paciente no setor privado. Entre os serviços públicos, a variação do tempo de atendimento foi maior: de oito a 52 minutos.

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente ouviu 1,8 mil pacientes em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Entre outras perguntas, buscou-se saber o que os chateava em uma consulta. Resposta: para mais de um terço deles (36,3%), o maior problema seria a desatenção. Em seguida, viriam os atrasos. Indagados se voltariam a ouvir aquele mesmo especialista, 52% disseram que sim mas 48% admitiram que procurariam outro.

Instituições sérias querem entender o que está errado e criar alternativas para que os novos médicos sejam cada vez mais parecidos com aqueles de antigamente, que atendiam olho no olho, com ouvidos abertos às palavras do doente, sem tanta pressa de encerrar a consulta. Elas estão convictas de que, apesar de tanta tecnologia e avanço científico, um bom médico faz a diferença.

Essa não é uma preocupação exclusiva do Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, apesar de todo o avanço tecnológico, os casos de erro médico não caíram: foram 44 mil vítimas no ano passado. Tanto lá quanto cá, só ganha força a tendência de revalorizar a medicina dita humanista, na qual o médico enxerga o paciente de forma global, mas sem deixar de lado, claro, os métodos que melhoraram (e muito) os diagnósticos e tratamentos. É muito importante a relação médico/paciente. Muitas vezes, essa é a principal forma de alívio do sofrimento do indivíduo, diz Jefferson Gomes Fernandes, diretor do Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. A medicina hoje busca um equilíbrio entre a técnica e o caráter humanista.

Fernandes sugere que os médicos conversem mais, troquem experiências e debatam os casos a volta da conversa de corredor de hospital. O ideal, aliás, é que houvesse espaço para isso, reconhece. O Moinhos de Vento até já criou uma sala de convívio médico.

Também no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a troca de opiniões é cada vez mais incentivada. Queremos manter bons embates em reuniões e cursos,afirma Roberto Padilha de Queiroz, diretor de ensino do Instituto de Ensino e Pesquisa do hospital. O conhecimento compartilhado diminui a incidência de erros que podem custar vidas. Ele acha que essa é também uma questão de lisura. Na área da saúde, não é ético um profi ssional que não se mantém informado, por maior que seja o volume de pesquisas, assim como não é ético não compartilhar o que já se sabe.

DOUTORES EM NÚMEROS
As estatísticas abaixo traçam um retrato da profi ssão de médico no Brasil

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Fonte: Revista Saúde! é vital, outubro de 2008

Osteoartrite 17/10/2008

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A dor não é um sintoma da artrite, a dor causa atrite

A dor é mais do que um sintoma da osteoartrite, ela é uma parte inerente e danosa da própria doença, segundo um estudo publicado na revista científica Arthritis and Rheumatism.

O estudo revela que os sinais de dores que se originam nas juntas artríticas, e o processamento bioquímico desses sinais quando eles chegam à medula espinhal, fazem com que artrite piore e se expanda.

Além disso, os pesquisadores descobriram que rotas nervosas levando os sinais de dor transferem inflamações das juntas artríticas para a medula e deixa-as retornar, causando a doença nas duas pontas.

Como surge a dor?

Tecnicamente, a dor é um reconhecimento consciente de desconforto que o paciente apresenta. Antes que isso aconteça, porém, a informação deve ser levada ao longo das rotas de células nervosas de, digamos, um joelho machucado, para os centros de processamento da dor nos cornos dorsais da medula espinhal, um processo chamado nocicepção.

O novo estudo dá fortes evidências de que essa interferência nociceptiva de duas vias pode permitir que as juntas artríticas transmitam inflamações para a medula espinhal e para o cérebro, e então se alastrar através do sistema nervoso central de um ponto para o outro.

Juntas artríticas

Além disso, se as juntas artríticas podem causar neuroinflamações, elas podem ter um papel em doenças como o Mal de Alzheimer, demência e esclerose múltipla. Armados com seus resultados, os pesquisadores identificaram alvos potenciais para medicamentos que poderão interferir com os receptores inflamatórios nas células nervosas sensoriais, uma nova forma de tratamento da osteoartrite.

A forma mais comum de artrite, a osteoartrite eventualmente pode levar à deformidade e dores muito fortes à medida que os pacientes perdem o amortecimento protetor entre os ossos em juntas que suportam peso, como joelhos e quadris.

Fonte: Diário da Saúde

Baixo nível de vitamina D 15/10/2008

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Baixo nível de vitamina D pode ser causa ou efeito do mal de Parkinson

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos da Universidade de Emory sugere ligação entre o mal de Parkinson e a deficiência de vitamina D.

Do total de pacientes examinados – 100 com Parkinson, 100 com Alzheimer e 100 idosos saudáveis – 55% apresentaram níveis insuficientes da vitamina. A carência, no entanto, ainda não está claramente relacionada, para os médicos. Os pesquisadores desconhecem se a deficiência é causa da doença ou conseqüência trazida pela doença.

– Descobrimos que vitamina D insuficiente tem associação única com o Parkinson, o que nos intriga ainda mais e requer investigação avançada – confirmou Marian Evatt, coordenadora do estudo publicado na revista especializada Archives of Neurology.

As buscas mais detalhadas serão fundamentais para determinar qual estágio dos níveis de deficiência da vitamina ocorre no cérebro das pessoas com Parkinson, e se suplementos alimentares ou maior exposição à luz do sol ajudariam a aliviar os sintomas da doença.

– Isto auxiliaria a descobrir se a falta da vitamina D é causa ou efeito – explica Kieran Breen, diretor de pesquisa da Sociedade do mal de Parkinson.

Sintomas

O mal de Parkinson afeta as células nervosas em diversas partes do cérebro, particularmente aquelas que usam a dopamina para a transmissão de impulsos nervosos. Dentre os sintomas mais comuns estão tremor constante, inflexibilidade e lentidão dos movimentos, que podem ser tratados com a reposição de dopamina.

Segundo estudos anteriores, a maior parte do cérebro afetada pelo Parkinson tem alto nível de receptores de vitamina D, o que sugere sua importância para o funcionamento destas células.

Encontrada em alimentos como salmão e atum, a vitamina D é obtida, principalmente, através da exposição da pele à luz do sol. Além de desempenhar papel essencial na formação óssea, é importante para produção de peptídeos que combatem micróbios na pele, regulação da pressão sangüínea e dos níveis de insulina, e manutenção do sistema nervoso.

O baixo nível de vitamina D no organismo aumenta o risco de doenças cancerosas, assim como esclerose múltipla e diabetes.

Fonte: JB Online

Internet melhora desempenho do cérebro, diz estudo 14/10/2008

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Atividade cerebral de usuário experiente da internet ao ler um livro
Atividade cerebral de usuário experiente da internet ao ler livro

Um novo estudo americano sugere que pessoas na meia-idade ou mais velhas aumentam o poder de seus cérebros com o uso da internet.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia-Los Angeles descobriram que a busca de dados pela rede estimula centros do cérebros que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo.

Segundo os cientistas, isso pode até ajudar no combate a mudanças fisiológicas relacionadas à idade que levam o cérebro a ficar mais lento.

Com o envelhecimento, o cérebro passa por uma série de mudanças, incluindo o encolhimento e redução na atividade celular, o que pode ter um impacto no desempenho cerebral.

Acreditava-se que atividades como palavras-cruzadas ajudariam a manter o cérebro ativo e também a minimizar o impacto do envelhecimento. O novo estudo sugere que surfar pela internet também pode ser uma destas atividades.

“Os resultados do estudo são encorajadores, as tecnologias que estão surgindo podem ter efeitos fisiológicos e benefícios potenciais para adultos de meia-idade ou mais velhos”, diz o professor Gary Small, que liderou a pesquisa.

“As buscas na internet envolvem uma complicada atividade cerebral, que pode ajudar a exercitar o cérebro e melhorar as funções cerebrais”, acrescenta Small.

O estudo foi publicado na revista American Journal of Geriatric Psychiatry.

Exames

Os cientistas trabalharam com 24 voluntários com idades entre 55 e 76 anos. Metade era formada por usuários experientes da internet. Cada voluntário teve o cérebro examinado enquanto fazia buscas na internet e lia livros.

Os dois tipos de tarefas deram provas de uma atividade significativa em regiões do cérebro que controlam linguagem, leitura, memória e habilidades visuais.

Atividade cerebral de usuário experiente ao fazer buscas na internet
Atividade cerebral de usuário experiente ao pesquisar na internet

No entanto, a busca na internet produziu atividade adicional em áreas separadas do cérebro, que controlam a tomada de decisões e raciocínos complexos, mas apenas nos voluntários que eram usuários experientes da internet.

Segundo os pesquisadores, comparando com a simples leitura, as múltiplas escolhas da internet exigem que as pessoas tomem decisões a respeito do que clicar para conseguir informações relevantes.

Os cientistas sugeriram, porém, que os usuários inexperientes da rede não conseguiram compreender bem as estratégias necessárias para uma busca bem-sucedida.

“Uma tarefa simples, cotidiana, como fazer buscas na internet, parece intensificar os circuitos cerebrais nos adultos mais velhos, demonstrando que nosso cérebro pode continuar a aprender à medida que envelhecemos”, afirma Small.

“Essas descobertas fascinantes se somam a pesquisas anteriores e sugerem que pessoas de meia-idade ou mais velhas podem reduzir o risco de sofrer de demência ao praticar regularmente atividades cerebrais estimulantes”, diz Rebecca Wood, diretora-executiva da organização Alzheimer’s Research Trust.

“Interação social frequente, prática regular de exercícios e a manutenção de uma dieta balanceada também podem reduzir o risco de demência”, acrescenta Wood.

No entanto, para Susanne Sorensen, chefe de pesquisas da Alzheimer’s Society, “ainda há poucas evidências de que manter o cérebro ativo por meio de palavras-cruzadas, jogos e outras atividades” pode reduzir o risco de demência.

Fonte: BBC Brasil

Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informatiza farmácias 12/10/2008

Posted by Esclerose Múltipla in Utilidade pública.
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Modernização reduzirá tempo de espera dos pacientes por medicamentos excepcionais

Mensalmente a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo distribui 47% de todos os medicamentos excepcionais oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.

São 18 milhões de medicamentos distribuídos em 24 farmácias todos os meses.

Os remédios são muito caros ou destinados a tratamentos de longa duração. Recebem a medicação pacientes transplantados ou com doenças como insuficiência renal crônica, esclerose múltipla e epilepsia.

Até 2005, para receber as drogas, os pacientes enfrentavam até cinco horas de fila. Isso porque todo processo de atendimento era manual.

Para acelerar esse atendimento, em junho de 2005 foi iniciado um projeto de informatização das farmácias que distribuem os medicamentos. Com isso, o tempo de atendimento caiu para quatro minutos, em média.

Além de acelerar o atendimento, o projeto reduziu os custos.

Isso porque os gastos do governo com essa distribuição são ressarcidos pelo SUS, porém, os valores são reembolsados somente se a dose distribuída corresponder ao indicado pelo Ministério da Saúde.

Se alguma dose for dada a mais, o custo deixa de ser repassado ao governo estadual. Como o controle era manual, as chances de erro eram grandes.

“Esses medicamentos representam uma importante parcela financeira gasta pelo Estado.

Sem um controle adequado o faturamento para o ressarcimento desses custos pelo SUS estava comprometido”, afirma André Luiz de Almeida, diretor do Grupo de Informática e Informação em Saúde, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Com a informatização, houve um crescimento de 220% na distribuição dos medicamentos excepcionais. Os 18 milhões de remédios distribuídos todos os meses hoje, em 2005 não passavam de 8 milhões.

O sistema também permitiu a compra centralizada, diminuindo o risco de falta de medicamentos, além de organizar o processo logístico da distribuição. “Hoje, todo medicamento distribuído é faturado e ressarcido pelo SUS”, diz Almeida.

Batizado de Medex, o projeto recebeu 1,2 milhão de reais de investimento e incluiu a informatização de 24 farmácias de medicamentos excepcionais. Foram adquiridos quatro servidores e 240 desktops – dez para cada farmácia.

O sistema foi desenvolvido internamente, no ambiente Microsoft Visual Studio, com banco de dados Oracle 10g e ferramentas de modelagem de processos e banco de dados PowerDesigner, da Sybase.

A equipe para desenvolvimento e implantação do projeto contou com 12 pessoas, divididas entre o Grupo de Informática e Informação em Saúde e a Fundação Faculdade de Medicina, parceira do sistema.

A primeira implantação foi realizada como teste, numa farmácia no centro de São Paulo. Logo a equipe de TI identificou um problema de infra-estrutura de comunicação.

“Nós dimensionamos errado o link de comunicação, que é distribuído pela rede IntraGov, do Governo do Estado”, diz Almeida.

Fonte: Site Abril

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