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Veja as novidades da medicina que devem chegar ao país em 2009 16/01/2009

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A medicina também traz promessas para o novo ano: há previsão de chegada de medicamentos mais específicos e com menos efeitos colaterais para o tratamento de esclerose múltipla e de arritmias cardíacas –além de um exame que permite saber como cada paciente metabolizará determinado remédio.

Equipamentos de laser mais precisos para tratar problemas de visão devem chegar ao país, além de um outro que diminui o crescimento benigno da próstata de forma menos invasiva.

A estética também é contemplada entre as novidades: um novo preenchedor visa aumentar seios e nádegas sem necessidade de cirurgia, e novos componentes naturais, como grãos de café, girassol e cogumelos, surgem para diminuir a vermelhidão da pele e estimular a reprodução celular cutânea.

Vale lembrar, no entanto, que muitos problemas de saúde podem ser evitados com medidas simples e já conhecidas. Parar de fumar, adotar uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos são as três orientações mais certeiras.

A Folha consultou 12 especialistas em diversas áreas para mapear 12 novidades da medicina que devem chegar ao país nos próximos meses.

Precisão na córnea

O equipamento de laser Femtosecond ganha atualização que resultará em uma maior precisão no corte da córnea, dividindo-a em camadas. Hoje, uma córnea doada pode beneficiar apenas uma pessoa. Com o equipamento, será possível beneficiar duas pessoas, que receberão camadas diferentes. Assim, quem tiver saliência da córnea, por exemplo, pode receber só a camada anterior. E um paciente com distrofia endotelial pode receber a parte posterior. A novidade também permitirá uma melhor recuperação do transplante.

Laser na retina

O Instituto da Visão da Unifesp receberá o primeiro laser de Pascal do país, um fotocoagulador a laser indicado para tratar retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade, doenças vasculares e oclusivas da retina, glaucoma, entre outros problemas. O processo aumenta a precisão, a segurança e a eficiência dos procedimentos e diminui riscos.

Mais tempo para tratar AVC

Está previsto um aumento na janela de tratamento de acidente vascular cerebral: será possível tratar o paciente com remédios até quatro horas e meia depois do derrame. Até então, o paciente só poderia ser tratado com medicamentos que dissolvem o coágulo até três horas depois do acidente. Um estudo europeu provou que é possível realizar o procedimento mais tarde sem prejuízo à saúde. Isso facilitará o tratamento, porque o procedimento seguinte -a trombólise intra-arterial- é mais complexo e depende de estrutura e profissionais dos quais nem todo centro médico dispõe.

Pílula contra esclerose

O fingolimode é a primeira droga para tratar a esclerose múltipla em forma de comprimido. Hoje, portadores da doença ingerem medicamentos que não foram desenvolvidos especificamente para esse problema ou usam as opções endovenosas, que podem ser desconfortáveis.

Dose individual

Um novo exame de sangue pode identificar como o corpo de cada paciente metaboliza determinados remédios. A vantagem é adequar a quantidade de medicamento às necessidades individuais -embora a maioria das pessoas tenha um metabolismo adaptado às doses-padrão, algumas metabolizam as drogas mais rapidamente e outras o fazem de maneira mais lenta. Esse tipo de avaliação é possível por meio da medição do citocromo P-450, uma família de enzimas responsável pela metabolização de fármacos como antidepressivos, antiepilépticos, antipsicóticos e betabloqueadores.

Telemedicina em ambulâncias

Está prevista para este mês a execução de um projeto piloto firmado entre o HCor (Hospital do Coração) e o Ministério da Saúde para o uso de telemedicina nas ambulâncias do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Os veículos serão equipados com eletrocardiograma, telefone celular e computador para que, no caso de uma emergência cardíaca, a equipe possa transmitir os dados para especialistas de plantão do HCor. A meta é melhorar a assistência oferecida a pacientes que estejam em locais remotos ou que não tenham acesso fácil a um cardiologista.

Droga contra arritmias

Um novo remédio promete amenizar os efeitos colaterais decorrentes do tratamento de arritmias cardíacas. As drogas atuais podem causar problemas gastrointestinais e mesmo levar ao surgimento de novas arritmias. A drodenadora tem a mesma eficácia, mas parece trazer menos desconforto.

Fim da patente

Neste ano, expira a patente do Xenical (orlistate), medicamento usado para perda de peso que custa cerca de R$ 300 a caixa, com doses suficientes para quatro a seis semanas. Com isso, será possível encontrar similares e genéricos a preços reduzidos, estimam os especialistas, e mais pacientes poderão ter acesso a esse remédio. A principal vantagem desse medicamento é seu efeito metabólico geral, com benefícios que vão além da perda de peso, como a diminuição das taxas de colesterol.

Preenchedor corporal

Deve chegar ao mercado ainda no primeiro trimestre do ano um preenchedor em gel de ácido hialurônico para aumento de grandes áreas corporais, como seios, nádegas, panturrilhas e peitoral dos homens. Além disso, o produto poderá ser usado para preencher sulcos e cicatrizes em todo o corpo -até o momento, a substância é usada para suavizar sulcos, rugas e cicatrizes no rosto.

O ácido, quando aplicado sob a pele, provoca uma reação do próprio organismo, que o envolve com fibroses naturais, criando um volume ao redor da área. O efeito, dizem os médicos, dura até dois anos. O produto é contraindicado para portadores de doenças autoimunes como lúpus e vitiligo e para gestantes. O procedimento deverá ser realizado somente por médicos.

Cosméticos naturais

Novos ingredientes devem tirar um pouco o foco do chá verde nas prateleiras de cosméticos. A previsão é que os grãos de café, o girassol e cogumelos sejam cada vez mais frequentes na composição de cremes e outros produtos para a pele, pois estudos apontam que essas substâncias têm uma forte ação anti-inflamatória.

O café e o girassol, especificamente, têm sido associados a uma melhora na pele de pessoas que têm eritema (rubor). Já o cogumelo entra em cena porque uma substância antioxidante encontrada no fungo parece ser capaz de acelerar a multiplicação celular da epiderme. Em média, trocamos de pele a cada 20 dias. Mas esse ritmo diminui com a idade -especialmente quando as mulheres se aproximam da menopausa. O produto melhoraria a renovação celular de mulheres dessa faixa etária.

Laser para próstata

O Green Laser é um tipo de laser indicado para tratar casos de crescimento benigno da próstata -problema que atinge cerca de 85% dos homens e piora a qualidade de vida do paciente, que passa a ter dificuldade para urinar. O laser é aplicado na região e “dissolve” o tecido que cresceu em excesso, diminuindo a próstata. Será mais uma alternativa aos tratamentos existentes. O aparelho já foi adquirido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz. O Hospital das Clínicas de São Paulo prevê a aquisição para o segundo semestre deste ano.

Tumor à distância

O Hifu (sigla em inglês para ultrassom focal de alta intensidade) é um aparelho que permite destruir tumores à distância por meio de ultrassom. Já é usado para tratar tumores da próstata e tem se mostrado eficiente no tratamento de câncer do rim, sendo usado atualmente sob licença nos EUA. Será indicado para tratar tumores iniciais e pequenos.

Fonte: Folha Online

Sem remédios na rede pública, pacientes recorrem à Justiça 15/01/2009

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Instituto de defesa do consumidor diz que ação é direito do consumidor.
Para ministério, 60% desses pacientes poderiam usar outros remédios.

O Ministério da Saúde diz que os gastos com ações de pacientes que entram na Justiça pedindo remédios subiu de R$ 2,4 milhões para R$ 52 milhões, entre 2005 e 2008. Muitos pacientes insistem que só entram com processos porque não conseguiram obter os medicamentos receitados na rede pública.

Há sete anos, Maria descobriu que tem esclerose múltipla. Passou a tomar um medicamento caro, distribuído pelo governo e que não é encontrado nas farmácias. Quando o marido ia buscar o remédio, nem sempre achava. “Eles me colocavam quase doido, quando ia lá”, conta o comerciante Valdemir Hass.

Em outubro, eles decidiram entrar na Justiça para receber o remédio, sem interrupção. “As pessoas ficam desesperadas, porque sabem que têm uma patologia em que você não pode deixar de tomar a medicação, porque corre riscos. Chega no dia e você não tem”, diz Hass.

Outros pacientes têm feito o mesmo. Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é um direito deles. “É importante dizer que não só os medicamentos caros são pedidos na Justiça, mas também medicamentos simples e que estão em falta, apesar de constarem da lista do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma a gerente jurídica do Idec, Karina Grou.

Mais gastos

O governo está preocupado. Diz que o número de decisões judiciais que obrigam a União a garantir a distribuição de remédios aumentou muito. Por causa das ações, em 2005, o Ministério da Saúde gastou R$ 2,4 milhões. No ano passado, foram R$ 52 milhões.

O governo argumenta que, de todos os pacientes que recorrem à Justiça, pelo menos 60% poderiam ser tratados com outros remédios semelhantes e disponíveis no SUS. “Esse é o motivo básico de preocupação do ministério, não o de tentar impedir que as pessoas que tenham um direito contestado vão à Justiça”, diz o secretário de Ciência e Tecnologia do ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães. “O ministério não pode admitir uma epidemia. E está havendo uma epidemia de processos judiciais.”

Outra preocupação do governo é com pacientes que recorrem à Justiça para conseguir remédios que ainda não foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O que muitas ONGs defendem é que, uma vez por ano, a lista de novos medicamentos seja revista pelo Ministério da Saúde.

Fonte: G1

Paranaíba (MS) terá núcleo de tratamento de doenças neuromusculares 14/01/2009

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A Unepe realiza diagnóstico e reabilitação de portadores de patologias que provocam distúrbios do movimento

A Unepe (Rede Brasileira de Cooperação ao Desenvolvimento) definiu a instalação de um núcleo em Paranaíba para atender o município e a região leste de Mato Grosso do Sul. Em reunião na tarde da última terça-feira (12/1), os responsáveis pela Rede apresentaram a Unepe ao prefeito José Garcia de Freitas (Zé Braquiara – PDT), à vice-prefeita Leopoldina Gasperini (Dininha) e ao secretário de Saúde, Luciano Aparecido da Silva.

As ações da Unepe são focadas nas áreas de qualificação e capacitação de profissionais, realização de estudo, e pesquisa científica em saúde e meio ambiente, diagnóstico e reabilitação de portadores de patologias que provocam distúrbios do movimento, como ataxias, distonias, distrofia muscular, doença de Parkinson, esclerose múltipla, tiques, distrofia muscular e problemas de coluna com reabilitação da dor crônica, muitas vezes provocadas por fatores de ordem genética ou ambiental.

O atendimento em Paranaíba será em convênio com a Prefeitura, que disponibilizará espaço físico e profissionais de apoio. A Rede Brasileira de Cooperação ao Desenvolvimento será responsável pela técnica de tratamento, medicamentos, capacitação dos profissionais e acompanhamento por médicos especialistas.

A previsão é de que o atendimento em Paranaíba tenha início no próximo mês e, segundo os representantes da Unepe, a demanda é de 1% no município e região.

Conheça a Unepe
A Unepe iniciou as atividades em meados da década de 80, denominando-se Movimento de Ação Comunitária na cidade baiana de Iramaia. Em 15 de novembro de 1989, por iniciativa do Professor Naelson Ferreira (portador de ataxia hereditária), um grupo de líderes religiosos, agentes de pastorais e membros da comunidade local, contando na época com apoio técnico da Ordem dos Advogados do Brasil, se uniu para fundar uma organização que pudesse desenvolver ações que contribuíssem com a melhora da qualidade de vida da população residente nas regiões Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.

Atuando em Mato Grosso do Sul desde o início dos anos 90, a Unepe é declarada de utilidade pública estadual e federal, e vem se mantendo basicamente através de recursos arrecadados por meio da prestação de serviços e de doações. É responsável pelo Centro de Referência em Distúrbios do Movimento, com sede em Campo Grande.

Através da Fundação Universitária Iberoamericana, mantém intercâmbio com 38 universidades localizadas em diversos países: Espanha, Itália, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Porto Rico e Uruguai.

Fonte: Agora MS

Todo ser humano deve ter o direito de reclamar quando se sentir mal atendido, deve ter o direito de alertar os outros (e não só os amigos) de riscos que eles correm 07/01/2009

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“Sob o pretexto de injúria e difamação, o protesto de quem é vítima de um tratamento médico indiferente ou até incompetente pode ser processado e provavelmente perderá.”

Leia a história completa em:

http://www.memedecarbono.com.br/2009/01/03/a-invisibilidade-corrompe/

Programa de medicamentos ajuda cerca de mil pessoas em Itanhaém, SP 20/12/2008

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O Programa de Medicamentos Excepcionais de Itanhaém atende cerca de mil pessoas. A informação foi divulgada pela Prefeitura da Cidade.

O serviço oferece cerca de 220 itens e faz parte do tratamento de pacientes de patologias como asma grave, osteoporose, Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, imunossupressores para pacientes transplantados, insuficiência renal crônica, eplepsia, esquizofrenia, hepatite B e C.

O programa foi instituído pelo Ministério da Saúde. O Alto Custo, como é popularmente conhecido, oferece comodidade e auxílio aos munícipes que dependem de remédios para o tratamento de doenças crônicas e raras.

Fonte: A Tribuna On-line

R$ 10 milhões para pesquisas com células-tronco 11/12/2008

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Foram divulgados esta semana 49 projetos de pesquisa com células-tronco selecionados para receber um investimento total de R$ 10 milhões do Ministério da Saúde. Trata-se do primeiro investimento do governo incluindo pesquisas com células-tronco de embriões humanos desde a liberação definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF), em maio deste ano, deste tipo de experiência no país. A divulgação dos projetos foi feita pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.

Quase 150 propostas foram examinadas pelo comitê responsável pela escolha. Os 49 projetos selecionados pesquisarão não apenas células-tronco embrionárias, mas também células-tronco adultas derivadas da medula óssea, do cordão umbilical e de outros tecidos. Treze pesquisadores que tiveram propostas aprovadas são de instituições do Rio (UFRJ, Fiocruz, Uerj, Into).

Segundo o coordenador do Programa de Pesquisa em Biotecnologia e Recursos Genéticos, Sérgio Lessa, o último edital do CNPq que financiou pesquisas com células-tronco foi em 2005. Nesta ocasião, 45 projetos foram escolhidos, totalizando um investimento de R$ 10,5 milhões. Desses 45 projetos, seis pesquisaram células-tronco embrionárias humanas. Os estudos apoiados pelo edital de 2005 duraram cerca de dois anos e foram concluídos em 2007.

Fonte: O Globo Online

Células-tronco: pesquisa alerta sobre ‘propaganda enganosa’ 05/12/2008

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Clínicas oferecem terapias sem eficácia comprovada

Experimentos com células-tronco – tanto embrionárias quanto adultas – ainda estão longe de chegar ao consultório médico como terapias estabelecidas. Ainda assim, a internet está repleta de anúncios de clínicas e hospitais particulares que oferecem “tratamentos” com células-tronco para as mais diversas doenças e traumas, desde alergias até esclerose múltipla e Alzheimer. Ou até para tirar rugas e rejuvenescer a pele.

Segundo um estudo publicado hoje na revista científica Cell Stem Cell, pacientes devem ter muita cautela ao procurar esses serviços. Especialistas alertam que todos os tratamentos com células-tronco noticiados até hoje são experimentais – ou seja, não têm eficácia nem segurança comprovadas em testes clínicos completos, realizados por instituições médicas reconhecidas e com validade científica. Em muitos casos, podem até oferecer risco para os pacientes, que não são sempre devidamente informados sobre isso.

Os autores do artigo fizeram uma busca no Google em 2007 e encontraram 19 sites de clínicas que ofereciam “tratamento com células-tronco” em países como China, México e Rússia. Em seguida, compararam as promessas terapêuticas feitas online com resultados publicados em revistas científicas especializadas. Encontraram duas realidades bastante diferentes.

“Os sites anunciam as terapias como sendo seguras, eficazes e prontas para uso rotineiro em uma ampla gama de problemas”, escrevem os pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá. “Em contrapartida, as evidências clínicas publicadas não dão suporte ao uso rotineiro dessas terapias para o tratamento de doenças.”

Segundo os autores, a propaganda pode induzir pacientes a correr riscos desnecessários. Ao mesmo tempo, alimenta expectativas na sociedade que vão além do que a ciência é capaz de oferecer. Eles não encontraram, por exemplo, nenhum estudo clínico com células-tronco para o tratamento de Alzheimer ou Parkinson em seres humanos.

“Sou muito otimista com relação ao futuro das células-tronco na medicina, mas é importante ressaltar que tudo que temos hoje são experimentos. Nada é terapia ainda”, diz a geneticista Mayana Zatz, da Universidade de São Paulo. A exceção são os tratamentos de doenças do sistema sanguíneo, como a leucemia, que utilizam transplante de células-tronco da medula óssea, chamadas hematopoéticas.

Mayana dá uma dica fácil para diferenciar entre um experimento clínico e um suposto “tratamento” comercial. “O ensaio clínico nunca é cobrado. Se alguém cobrou alguma coisa, está errado.”

REGULAMENTAÇÃO

O artigo canadense foi publicado em conjunto com as novas diretrizes de pesquisa clínica com células-tronco em seres humanos, elaboradas por um grupo de especialistas da Sociedade Internacional para Pesquisas com Células-Tronco (ISSCR, em inglês). A entidade critica e desaconselha o uso de qualquer terapia experimental fora do ambiente de pesquisa, sem a supervisão de instituições científicas qualificadas.

As células-tronco são células indiferenciadas, capazes de formar vários tipos de tecidos. Especialistas acreditam que, no futuro, elas poderão ser importantes no tratamento de várias doenças e lesões. Centenas de pesquisas estão sendo feitas no mundo – a maioria com modelos animais, mas algumas já com seres humanos. Muitas trazem resultados positivos, mas que ainda requerem mais estudos para se estabelecer como uma terapia comprovada.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Células-tronco: alerta sobre os sites que oferecem terapias 05/12/2008

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Cientistas alertaram para o risco de se buscar na internet tratamentos com células-tronco para a cura de doenças.

Em uma análise publicada na edição de dezembro da revista Cell Stem Cell, pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, disseram que, embora as clínicas costumem apresentar suas terapias como seguras e eficazes, falta evidência médica concreta sobre os resultados.

A equipe canadense começou a pesquisa com uma busca pelo Google no ano passado, sobre sites que ofereciam tratamentos com células-tronco. Foram analisadas 19 clínicas, sediadas em diversos países, entre eles México, Rússia e China. Os sites promoviam terapias para doenças como Mal de Parkinson, aneurisma, esclerose múltipla, Alzheimer, lesão da medula espinhal e problemas cardiovasculares.

Apesar de todas as clínicas ressaltarem o quanto os tratamentos podiam melhorar a condição do paciente, o estudo concluiu que apenas um quarto delas mencionava os riscos envolvidos na terapia. A maior parte das páginas examinadas tampouco divulgava o custo dos tratamentos, acusaram os autores do estudo. Apenas quatro sites o fizeram, cobrando em média 21.000 dólares pela terapia – sem incluir preços de acomodação e passagem.

Para o ex-presidente da Sociedade Internacional de Pesquisa em Células-Tronco, George Daley, que não participou da pesquisa, esses sites são perigosos. “Eles prometem mais eficácia e segurança do que podem e subestimam e desinformam completamente sobre os riscos”, afirmou, segundo reportagem da agência de notícias Associated Press. “[Tal] marketing exagerado está colocando os pacientes sob risco de exploração financeira, na melhor das hipóteses, e de perigo físico, na pior”.

Na mesma publicação da revista, a Sociedade Internacional de Células-Tronco trouxe novas regulamentações de pesquisa sobre células-tronco, a fim de evitar a prática de tratamentos não comprovados. Entre as regras, o documento afirma que os médicos só podem aplicar tais tratamentos em pequenas amostras de pacientes em condição grave. A análise dos sites pesquisados está disponível no site da revista Cell Stem Cell.

Fonte: Veja.com

Esclerose múltipla: doentes retirados do mercado de trabalho 04/12/2008

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Portugal – A presidente da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) disse esta quarta-feira que as pessoas afectadas por esta doença são retiradas do mercado de trabalho precoce e desnecessariamente, aumentando assim os custos para a sociedade com estes doentes, noticia a Lusa.

«Há uma grande percentagem de doentes que consegue manter-se activa e que o conseguiria por mais tempo se não fosse impelida muito rapidamente para reformas precoces e desnecessárias», disse à Lusa a presidente da SPEM, Manuela Martins, na abertura do Congresso Nacional da SPEM 2008, que decorre esta quarta e quinta-feira no Fórum Lisboa.

«Porque se houvesse possibilidade de terem tempos de repouso, passar a tempo parcial, de ter adaptações do posto do trabalho, podiam ser úteis à sociedade durante mais tempo e sair mais baratos, porque se a pessoa vai para casa os custos disparam», acrescentou a responsável.

Manuela Martins apontou como principais falhas no apoio aos doentes de esclerose múltipla os serviços de reabilitação e a «filosofia» dos serviços de saúde.

«Em relação a serviços de apoio, estamos muito mal. A reabilitação é muito insuficiente e muitas vezes de pouca qualidade», disse a presidente da SPEM, que acrescentou que «o serviço de saúde ainda está muito vocacionado para os cuidados agudos, ainda está muito centrado no médico e enfermeiro especialista, não está centrado em equipas multidisciplinares». «E numa doença crónica como é a esclerose múltipla isso faz toda a diferença».

Sobre o número de doentes de esclerose múltipla em Portugal, Manuela Martins adiantou que os dados conhecidos têm origem num estudo epidemiológico feito há alguns anos e que apontava para cerca de cinco mil doentes em Portugal.

«Este número está de certeza subavaliado, pensa-se que será superior», declarou, tendo adiantado também que se acredita que o número de novos casos está a aumentar.

Fonte: IOL – Portugal Diário

Exercício abranda esclerose 03/12/2008

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Portugal – Idália Silva, 49 anos, sofre de esclerose múltipla desde 1997 e garante que o exercício físico “é um incentivo à estagnação da doença”. Idália foi uma das participantes da primeira aula de fitness para pessoas que sofrem desta doença, que decorreu no Holmes Place de Miraflores, Oeiras.

Trata-se de um projecto-piloto lançado pelo programa Rebicare e que tem como objectivo aumentar a qualidade de vida de pessoas que sofram de esclerose múltipla. A iniciativa consiste em duas aulas semanais no clube de Miraflores, mas se “tudo correr bem as aulas também existirão noutros ginásios da zona de Lisboa, Coimbra e Porto”, garantiu ao CM Duarte Galvão, instrutor da aula de fitness e responsável técnico do programa Rebicare.

Os exercícios físicos praticados na aula foram direccionados para “trabalhar e melhorar o equilíbrio, a nível da instabilidade e do medo, que é muito frequente nos doentes com esclerose”, explicou Duarte Galvão.

Já Ricardo Ginestal, neurologista, considerou que os doentes estão a aderir “de forma positiva” à iniciativa. “Cabe ao médico de cada doente a responsabilidade de divulgar estas aulas”, referiu, afirmando que “50 hospitais do País estão a divulgar esta iniciativa”.

O Fórum Lisboa acolhe hoje e amanhã o Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla. ‘Direitos Iguais, Tratamento Igual em Toda a Europa’ é o tema do encontro, que contará com a presença do presidente da ARS de Lisboa, Rui Portugal, na cerimónia de abertura.

Fonte: Correio da Manhã

Botucatu terá encontro sobre fadiga 02/12/2008

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A enfermeira Michele Belan, da Bayer Schering Pharma (BSP), ministrará a palestra gratuita “Fadiga no portador de esclerose múltipla”, voltada a pacientes e familiares, no dia 06 de dezembro.

Ela abordará dicas de exercícios, relaxamento e estratégias de conservação de energia para o paciente enfrentar o cansaço e, conseqüentemente, garantir maior qualidade de vida.

A fadiga é uma das queixas mais comuns dos pacientes com esclerose múltipla, mas pode ser controlada quando compreendida corretamente. Um dos tipos de fadiga caracteriza-se pelo cansaço contínuo que impede o paciente de efetuar as tarefas fáceis do cotidiano.

Em outros casos, o paciente sente-se bem em descanso, mas tem uma sensação de cansaço após alguns minutos de atividade física. Para reduzir o problema, duchas e banhos frios podem ajudar o paciente e o ar condicionado pode ser útil em climas quentes. “O aspecto mais importante para lidar com o cansaço é encontrar o ritmo de vida certo”, destaca Michele Belan.

O encontro acontece em parceria com a Associação de Botucatu e Região de Esclerose Múltipla (ABREM), às 14 horas, na rua Nossa Senhora Aparecida, s/nº, Vila São Luis, em Botucatu. Mais informações pelo telefone (14) 9667-8834.

Fonte: www.itu.com.br

Palhaços nus pela esclerose múltipla 26/11/2008

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Naked Clown Calendar seeking a cure for MS one laugh at a time

A turma de palhaços que se forma este ano no Clown Conservatory, em São Francisco (California), resolveu tirar a roupa para arrecadar USD 1 milhão em prol de um fundo beneficente para tratamento, pesquisa e cura da esclerose múltipla.

O Naked Clown Calendar já está à venda nos EUA por USD 20 a unidade.

Conheça os artistas da Clown Conservatory Class of 2008 clicando nas imagens abaixo:

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CNPq investe em estudos sobre células-tronco 25/11/2008

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Hemocentro será pólo de pesquisa
CNPq vai investir R$ 7,1 mi em estudos sobre células-tronco; 4 cidades participam

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, vai investir R$ 7,1 milhões para a criação de um instituto de tecnologia em células-tronco e terapia celular em Ribeirão Preto, que será administrado pela Fundação Hemocentro. O edital com o texto da aprovação será publicado na próxima quinta-feira no Diário Oficial da União.

O instituto funcionará como uma rede que interligará especialistas e entidades de pesquisa em São Paulo, Rio de Janeiro, Pirassununga e Belém. O objetivo é criar condições para pesquisa, estabelecimento de um banco de células-tronco, desenvolvimento de sistemas de cultivo e testes pré-clínicos e clínicos.

Pesquisadores prevêem que terapias celulares devem ser disponibilizadas em 15 anos à população. As possíveis aplicações serão para o tratamento de doenças como diabetes tipo 1 e esclerose múltipla.

Além dos investimentos que serão feitos em Ribeirão Preto, outros locais receberão investimentos para a criação de institutos nacionais de ciência e tecnologia. No total, serão investidos R$ 590 milhões em três anos.

Fonte: Gazeta de Ribeirão

As possibilidades de cura com a hipnose 24/11/2008

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Há dois séculos, a hipnose é alvo de controvérsias e seus benefícios são freqüentemente exagerados. A técnica não pode ajudar ninguém a parar de fumar, por exemplo, embora nenhum outro tipo de tratamento ajude de fato a este respeito.

A atitude do paciente é crucial no êxito do tratamento. Segundo Brian Alman, psicólogo que aplica hipnose em San Diego, na Califórnia, “o poder da hipnose, na verdade, está dentro do paciente, não do médico”.

Roberta Temes, hipnotizadora clínica em Scotch Plains, no Estado de Nova Jersey, defende que a hipnose não tem poder de fazer com que as pessoas façam aquilo que não estão dispostas a fazer. “O processo de hipnose só é bem-sucedido quando empregado para ajudar aquelas pessoas que realmente querem promover uma mudança em suas vidas”, afirma Roberta.

Em seu livro The Complete Idiot’s Guide to Hypnosis, Roberta afirma que a conquista de seus objetivos é a melhor prova de que você foi realmente hipnotizado. A especialista também sugere uma segunda ou terceira visita caso seu objetivo não tenha sido alcançado após a primeira consulta.

Na realidade, a hipnose é a síntese da medicina que trata da mente e do corpo simultaneamente. Ela é capaz de treinar a mente para controlar as reações do corpo, assim como modificar as mensagens que o corpo envia à mente. A técnica tem sido utilizada para combater a náusea de gestantes e pacientes sob tratamento quimioterápico, a angústia causada por testes ou visitas ao dentista, dores do período pós-operatório, tratamento de canal, dores do parto, medo de viajar de avião ou falar em público. Também é aconselhável para soluços de difícil cura e para as pessoas que têm o hábito de arrancar o cabelo compulsivamente, entre outros problemas de saúde.

Ao escrever para a publicação científica The Permanent Journalem 2001, Brian Alman afirmou que “o potencial para beneficiar-se da hipnose está dentro de cada paciente”. “O objetivo da hipnose médica moderna”, o especialista acrescenta, “é ajudar os pacientes a lançar mão deste potencial que está no nosso inconsciente.”

Alman descreveu o caso de uma sobrevivente de um campo de concentração com 65 anos de idade que engasgava sistematicamente quando tentava engolir algum alimento. Exames não mostraram qualquer tipo de obstrução em seu esôfago. Após três sessões de hipnoterapia, seu problema desapareceu. “Eu me libertei do meu esôfago”, comemora a paciente.

Não é preciso sequer ficar cara a cara com um hipnoterapeuta para ter benefícios. Roberta Temes destacou que a hipnose pode atingir bons resultados por meio de CD’s ou, até mesmo, por telefone, prática que ela oferece como parte do tratamento. Segundo ela, muitos CD’s indutores do relaxamento podem ser encontrados no site http://www.hypnosis-network.com.

Talento do profissional

Ellen Fineman, terapeuta corporal de Portland, submeteu-se a cinco cirurgias para reparar uma retina que insistia em se descolar. Durante a sexta operação, Ellen fez uso de uma fita cassete de hipnose preparada por Temes especialmente para pacientes que seriam submetidos a cirurgias. “O material era muito relaxante e tranqüilizador”, garante Ellen. “A fita repetia que eu estava nas mãos de profissionais realmente competentes e que teria poucos inchaços”, diz. “Desta vez, a cirurgia foi um sucesso, não houve inflamação, inchaço ou outro descolamento. O cirurgião ficou muito surpreso e perguntou o que eu tinha feito de diferente desta vez”, assegura.

Como em qualquer outro ramo de atividade, alguns hipnoterapeutas têm mais talento do que outros. Roberta Temes sugere que a propaganda boca-a-boca pode ser a melhor maneira de encontrar alguém com prática em hipnose para cuidar do tipo de problema que se tenta solucionar. Útil também é buscar associações de profissionais, que costumam manter listas de referência de terapeutas, com ou sem certificação, de cada localidade e especialidade.

Embora nem todo mundo seja facilmente hipnotizado, quase todos conseguem entrar em um transe terapêutico, diz Roberta Temes. Outro de seus pacientes, a médica Susan Clarvit, psiquiatra de Nova York, pensava que não conseguiria ser hipnotizada – ela era científica demais, racional demais. “Mas eu estava desesperada”, conta Susan. “Estava grávida de meu segundo filho e tinha náuseas constantes, que não me deixavam em paz”, relembra.

A hipnoterapeuta perguntou à paciente o que ela costumava segurar com mais freqüência e Susan respondeu que era uma caneta. “Ela me hipnotizou de maneira que quando eu segurava uma caneta, tinha uma sensação geral de bem-estar. Segurava uma caneta o tempo todo, mesmo quando estava dirigindo, e não sentia náusea”, surpreende-se.

Sob o poder da hipnose, Susan recebeu uma sugestão pós-hipnótica que ligava a ação de segurar uma caneta a se sentir bem. Tais sugestões permitem que as pessoas se comportem de uma maneira nova e desejada depois de serem trazidas para fora do transe.

Poderia se dizer a alguém que esteja tentando superar o hábito de comer: “Quando você estiver com fome, você vai comer vegetais”. A sugestão para um fumante poderia ser “você vai beber água quando quiser um cigarro”, e poderia ser dito a alguém aterrorizado em falar em público: “Você vai respirar bem fundo quando se sentir com medo”.

Ensina-se a muitos pacientes a praticar a auto-hipnose para reforçar o novo comportamento. A médica Karen Olness, professora de pediatria na Case Western Reserve University e que preside a International Society of Hypnosis, diz que “o treinamento em auto-hipnose em crianças é uma estratégia efetiva e prática para prevenir episódios de enxaqueca.”

Às vezes, pacientes com doenças bem-estabelecidas podem se beneficiar da hipnose. Brian Alman conta sobre uma mulher com esclerose múltipla que só foi curada da depressão com hipnose. Ela não havia conseguido melhorar com antidepressivos. Quase imediatamente, relata ele, a depressão da paciente não só melhorou, como seu modo de andar e a sua fala melhoraram notadamente.

Conforme Alman, para muitos pacientes o problema médico é tão complexo que instruções e comandos específicos podem ser ineficazes. O benefício da hipnose tem mais a ver com o desencadear de processos inconscientes do paciente. “Existe uma riqueza de material no inconsciente do paciente que pode ser usado na cura”, sugere. No entanto, Alman lamenta que, embora a hipnose médica possa freqüentemente produzir uma mudança rápida até mesmo em casos difíceis, a técnica seja tão subestimada como uma ferramenta terapêutica. (The New York Times – Gazeta Mercantil)

Fonte: Gazeta Mercantil

Mais um caso de descaso 19/11/2008

Posted by Esclerose Múltipla in Utilidade pública.
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A situação relatada no blog “Fê da Vida” não trata de esclerose múltipla, mas qualquer um que dependa do precário sistema de saúde brasileiro, mais especificamente no Rio de Janeiro, está sujeito a ser tratado como um pano de chão velho, rasgado e imundo.

Quem puder ajudar, entre em contato com a Fernanda; quem não puder, reze para não ter que passar por algo parecido…

Imagens falam mais que mil palavras
http://fernandafreitas.wordpress.com/2008/11/17/imagens-falam-mais-que-mil-palavras/

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