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Instruções Básicas para Meditação da Respiração 08/12/2006

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Por

Thanissaro Bhikkhu

A técnica que irei ensinar é a meditação da respiração. É um bom tópico independentemente da sua orientação religiosa. Como meu mestre disse certa vez, a respiração não pertence ao Budismo ou Cristianismo ou a qualquer seita. É propriedade comum que qualquer pessoa pode usar para meditar. Ao mesmo tempo, de todos os tópicos de meditação que existem, é provavelmente o mais benéfico para o corpo, pois quando estamos lidando com a respiração, não estamos lidando somente com o ar que entra e sai dos pulmões, mas também com todas as sensações de energia que percorrem o corpo com cada respiração. Se você conseguir aprender a se tornar sensível a essas sensações, e permitir que elas fluam facilmente e sem obstruções, você poderá auxiliar o seu corpo a funcionar mais facilmente, e dar para a mente um meio para lidar com a dor.

Então vamos todos meditar por alguns minutos. Sentem-se confortavelmente eretos, em uma posição equilibrada. Vocês não precisam ficar duros e retos como um soldado. Tentem somente não se inclinar para a frente ou para trás, ou para a esquerda ou direita. Feche os olhos e diga a si mesmo, ‘Que eu possa ser verdadeiramente feliz e livre de sofrimento.’ Isso pode parecer uma forma estranha, até egoísta, de começar a meditar, porém existem boas razões para isso. Primeiro, se você não consegue desejar a sua própria felicidade, não há meio de que você possa honestamente desejar a felicidade de outros. Algumas pessoas necessitam se lembrar constantemente de que elas merecem a felicidade – nós todos a merecemos, porém se não acreditamos nisso, encontraremos constantemente formas de nos punir, e acabaremos punindo outros de forma sutil ou grosseira também.

Segundo, é importante refletir acerca do que é a verdadeira felicidade e onde ela pode ser encontrada. Um momento de reflexão mostrará que você não poderá encontrá-la no passado ou no futuro. O passado já passou e a sua memória dele não é confiável. O futuro é uma grande incerteza. Portanto, o único lugar onde realmente podemos encontrar a felicidade é no presente. Porém mesmo aqui você tem que saber aonde procurar. Se você tentar basear a sua felicidade em coisas que mudam – aparências, sons, sensações em geral, pessoas e coisas externas – você está buscando desapontamento, tal como construir uma casa sobre um penhasco em que já ocorreram deslizamentos várias vezes no passado. Dessa forma a verdadeira felicidade deve se procurada dentro de você. A meditação é como uma caça ao tesouro: encontrar na mente aquilo que tem valor consistente e imutável, algo que nem mesmo a morte consegue tocar.

Para encontrar esse tesouro nós precisamos de ferramentas. A primeira ferramenta é o que estamos fazendo agora mesmo: desenvolvendo boa vontade para dentro de nós mesmos. A segunda é disseminar essa boa vontade para outros seres vivos. Diga a si mesmo: ‘Todos seres vivos, não importa quem sejam, não importa o que lhe tenham feito no passado – que todos eles também encontrem a verdadeira felicidade.’ Se você não cultivar esse pensamento, e ao invés disso, trazer rancores para a sua meditação, isso é tudo que você será capaz de ver quando olhar internamente.

Somente quando você tiver limpado a sua mente desta forma, e tendo colocado os assuntos externos de lado, você estará pronto para focar na respiração. Traga a sua atenção para a sensação da respiração. Inspire e expire longamente por algumas vezes, focando em qualquer ponto do corpo em que a respiração seja notada facilmente, e que a sua mente se sinta confortável. Pode ser no nariz, no peito, no abdômen, ou qualquer outro ponto. Permaneça com esse ponto, observando a sensação que é produzida pela inspiração e pela expiração. Não force a respiração, ou pressione o seu foco de maneira muito intensa. Permita que a respiração flua naturalmente, e simplesmente fique de olho na sensação. Saboreie a sensação, como se ela fosse algo especial que você queira prolongar. Se a sua mente divagar, simplesmente traga-a de volta. Não fique desencorajado. Se ela divagar 100 vezes, traga-a de volta 100 vezes. Mostre-lhe que a sua intenção é séria, e eventualmente ela cederá.

Se você quiser, pode experimentar com diferentes tipos de respiração. Se a respiração longa é confortável, permaneça com ela. Se não é, mude para qualquer ritmo que lhe pareça tranqüilizador para o corpo. Você pode tentar a respiração curta, respiração rápida, respiração lenta, respiração profunda, respiração superficial – qualquer uma que lhe pareça mais confortável exatamente agora…

Uma vez que a respiração esteja confortável no ponto que você escolheu, mova a sua atenção para observar como a respiração é sentida em outras partes do corpo. Comece focando na área imediatamente abaixo do umbigo. Inspire e expire, e observe a sensação naquela área. Se você não perceber nenhum movimento, simplesmente esteja consciente do fato de que não existe movimento. Se você sentir movimento, observe a característica do movimento, para ver se a respiração é sentida de maneira não uniforme, ou se existe alguma tensão ou firmeza. Se houver tensão, pense em relaxá-la. Se a respiração for sentida de forma irregular, pense em tranquilizá-la…Agora mova a sua atenção para a direita desse ponto – para a parte inferior direita do abdômen – e repita o mesmo processo…Então para a parte inferior esquerda do abdômen…Então para cima para o umbigo…direita…esquerda…para o plexo solar…direita…esquerda…o meio do peito…direita…esquerda…a base da garganta…direita…esquerda…para o meio da cabeça…(tome alguns minutos para cada ponto).

Se vocês estivessem meditando em casa poderiam continuar este processo por todo o corpo – pela cabeça, pelas costas, pelos braços e pernas até a ponta dos dedos das mãos e dos pés – porém como nosso tempo é limitado, eu lhes pedirei que retornem o seu foco para qualquer um dos pontos anteriores. Deixe que a sua atenção se estabeleça confortavelmente nesse ponto, e então deixe que a sua atenção se espalhe para preencher todo o corpo, da cabeça até a ponta dos pés, tal como se você fosse uma aranha sentada no meio da teia. Ela está sentada em um ponto porem sensível a toda a teia. Mantenha a sua atenção expandida dessa forma – você tem que fazer um certo esforço, pois a tendência será de contrair-se a um ponto somente – e pense a respeito da respiração entrando e saindo de todo o seu corpo, através de cada poro. Deixe a sua atenção simplesmente permanecer assim durante algum tempo – você não precisa ir a nenhum outro lugar, não há mais nada acerca do que pensar…E depois suavemente saia da meditação.

Nota: De uma palestra proferida em uma conferência sobre AIDS, HIV e outras desordens do sistema imunológico em Long Beach, CA, 13 Nov. 1993

Fonte: Acesso ao Insight: http://www.acessoaoinsight.net/

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Quem somos nós? 11/11/2006

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Quem Somos Nós?
(What The Bleep do we Know?, 2005)

Gênero: Documentário
Duração: 108 minutos
Pais: EUA
Ano: 2005
Distribuidora: PlayArte
Diretor: Betsy Chasse , Mark Vicente , William Arntz
Elenco: Barry Newman , Elaine Hendrix , Marlee Matlin , Robert Bailey Jr.
Site Oficial: Clique aqui

Sinopse:

Amanda, a protagonista, é interpretada por Marlee Matlin, que se vê numa fantástica experiência ao estilo de ‘Alice no País das Maravilhas’, quando sua vida cotidiana, tão carente de inspiração, literalmente começa a desenredar-se, revelando o mundo incerto de valores ocultos, encobertos por uma realidade alarmante, que a maioria de nós considera normal.

Amanda é literalmente lançada em direção a um redemoinho de acontecimentos caóticos, enquanto os personagens que encontra durante esta odisséia revelam um conhecimento mais profundo e oculto, que ela jamais percebera querer saber. Assim como toda heroína, Amanda é mergulhada numa crise, passando a questionar as premissas fundamentais de sua vida – e percebe que a realidade na qual sempre acreditou, principalmente em relação aos homens, os relacionamentos com outras pessoas, ou, ainda, a maneira como seus sentimentos afetam seu trabalho, não faz parte, de fato, da vida real!!

À medida que Amanda aprende a relaxar vivendo essa experiência, ela se torna capaz de dominar seus temores, adquire sabedoria e conquista a chave dos segredos de todas as idades, tudo isso, de uma forma muito divertida. A partir daí, ela já não é mais uma vítima das circunstâncias, mas está a caminho de ser a grande força criativa de sua própria vida, que, por sinal, jamais voltará a ser a mesma.

Os quatorze cientistas e místicos entrevistados ao longo do módulo do documentário representam uma espécie de ‘Coral Grego’ dos tempos modernos. Numa cena artística de dança, suas idéias são entremeadas, como se estivessem tecendo um tapete, usando a verdade como o fio da trama. Os pensamentos e as palavras de um dos membros do coral se misturam aos daquele que vem a seguir, acrescentando uma ênfase maior ao conceito intrínseco no filme, que se baseia na interligação de todas as coisas.

Os membros do coral atuam como se fossem anfitriões que vivem do lado de fora da história, e, a partir desta visão Olímpica, manifestam seus comentários a respeito das atitudes dos personagens que iremos descrever a seguir. Eles também estão ali para apresentar as ‘Grandes Questões’ levantadas, tanto pela ciência, quanto pela religião, que dividem o filme em uma série de atos. Conforme o filme transcorre, a distinção entre a ciência e a religião passa a ficar cada vez mais embaralhada, já que nos damos conta de que tanto a ciência, quanto a religião, na verdade, são parte de um único fenômeno.
O filme utiliza a animação para transmitir a intensidade do conhecimento radical que os avanços da ciência vêm revelando durante os últimos anos. Seqüências poderosas em cinematic exploram o funcionamento interno do cérebro humano. Uma animação de natureza peculiar nos apresenta à menor fração de consciência existente em nosso corpo, a célula. Efeitos visuais deslumbrantes reforçam a mensagem central do filme, de uma forma contundente e poderosa.

Feitas com muito humor, precisão e irreverência, estas cenas são apenas uma pequena parte daquilo que torna esse filme tão ímpar no contexto da história do cinema, o que certamente fará dele um verdadeiro campeão de bilheterias.

Fonte: Grupo PlayArte

Nota: Filme disponível nas melhores locadoras! Se você têm medo de pensar…não veja!

Está com dúvidas? Veja os depoimentos aqui.

Células-Tronco e Bioética 10/11/2006

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CÉLULAS-TRONCO E BIOÉTICAbarth.jpg
O progresso biomédico e os desafios éticos

Wilmar Luiz Barth – 331p.

Com este trabalho, o autor pretende apresentar a biologia das células-tronco, alargar o horizonte da reflexão antropológica e demonstrar quais as implicações éticas presentes na sua manipulação e utilização terapêutica. Além disso, quer principalmente mostrar que o verdadeiro motivo da aprovação da lei brasileira sobre o uso de embriões não está somente nas esperanças terapêuticas. Existe também um interesse econômico que projeta enormes ganhos por meio de um mercado internacional interessado nessa matéria-prima de origem humana.

Fonte: Revista da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Assessoria de Comunicação Social – Ano XXIX, Nº 131 – Setembro-Outubro/2006

Reabilitação em doenças neurológicas: guia terapêutico prático 24/10/2006

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REABILITAÇÃO EM DOENÇAS NEUROLÓGICAS: GUIA TERAPÊUTICO PRÁTICO. JOSÉ ANTONIO LEVY, ACARY SOUZA BULLE OLIVEIRA (editores). Um volume (16 x 27 cm) em brochura, com 263 páginas. São Paulo, 2003: Livraria Atheneu (Rua Jesuíno Pascoal 30, fax 11 223 5513, e-mail edathe@terra.com.br).

Antonio Spina-França

Trinta profissionais da saúde ligados às Clínicas Neurológicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Pulo (EPM-UNIFESP) prepararam os vinte capítulos deste livro, coordenado e editado por José Antonio Levy e Acary Souza Bulle Oliveira. José Antonio Levy, Livre-Docente de Neurologia e Professor Associado de Neurologia da FMUSP, é mestre maior entre os que cuidam da Clínica Neurológica da FMUISP. Ele é o introdutor do estudo sistematizado das afecções neuromusculares em nosso meio, que se destaca entre suas muitas outras notáveis contribuições à neurologia e às neurociências. Acary Souza Bulle Oliveira, Doutor em Neurologia, é o responsável pelo Setor de Investigação em Doenças Neuromusculare de EPM-UNIFESP. A competência de ambos representou o melhor estímulo para o trabalho conjunto das duas escolas, de que resultou este livro.

Quatro capítulos sobre bases anátomo-fisiológicas dos principais transtornos do sistema nervoso abrem o livro. Após eles, constam temas de reabilitação e de medidas terapêuticas aplicáveis a esses transtornos. Sucessivamente, em diferentes graus de profundidade, são analisados os assuntos: recuperação da motricidade, cognição, disfagia orofaríngea neurogênica, terapia nutricional enteral e reabilitação nutricional, reabilitação respiratória, epilepsia, espasticidade, dor, alterações autonômicas (bexiga neurogênica), escaras, lesão muscular traumática, tratamento ortopédico das deformidades de causa neurológica, aspectos comportamentais em doenças crônicas, avaliação da qualidade de vida, doença crônica e o processo de morrer, cuidado domiciliar do paciente (home care). Cuidadoso índice remissivo encerra o livro.

Encontram-se nesses capítulos, todos preparados por profissionais da saúde comprovadamente capacitados, muito do que o neurologista necessita para o diuturno assistir do seu paciente. Por outro lado, os profissionais da saúde de outras áreas que não a medicina e a neurologia, pela primeira vez em nosso meio, encontram nas páginas deste livro um guia seguro para o seu exercício profissional junto ao paciente neurológico.

Fonte: Arq. Neuro-Psiquiatr. vol.61 no.1  São Paulo Mar. 2003

‘Benjamin – Minha Mãe é Especial’ chega ao Brasil somente para pacientes que utilizam o Betaferon 21/10/2006

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O livro Benjamin: Minha Mãe é Especial foi lançado em dezembro de 2005 em Portugal, por uma iniciativa da Fundação Schering Lusitana e os lucros são revertidos para a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla.

No Brasil, apesar do lançamento “gratuito” anunciado, quem não usa o medicamento da Shering não pode receber o livro. Conclusão, nenhuma Sociedade será beneficiada e nem grande parte dos pacientes de EM. Não compreendo este tipo de marketing. Poderia, pelo menos, ter um caráter mais social.

O livro pode ser obtido gratuitamente para os usuários do Betaferon através do SAC (0800-7020605).

Matéria anterior sobre o livro: Benjamim – A Minha Mãe é Especial – 13 de abril de 2006

A criação é o fruto do sofrimento 10/10/2006

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‘O Médico’ (1891) – Sir Samuel Fildes

“Pensar é estar doente dos olhos”, disse Alberto Caeiro.
Pode ser que você ainda não tenha se dado conta disso, mas o fato é que todas as coisas belas do mundo são filhas da doença. O homem cria a beleza como remédio para o seu medo de morrer. Pessoas que gozam de saúde perfeita não criam nada. Se dependesse delas, o mundo seria uma mesmice chata. Por que haveriam de criar? A criação é o fruto do sofrimento.

Trecho do livro ‘O Médico’ de Rubem Alves

Recebi a indicação do livro ‘O Médico’ de Rubem Alves, de um rico (no sentido imaterial) colega. Ele têm a mesma especialização que Sérgio, filho do escritor, para quem o livro foi dedicado, é anestesista.

Um canto da memória de Rubem Alves é iluminado e traz a visão do quadro acima, uma lembrança de sua infância. Ele desvenda a luminosidade do quadro, a essência, e desenvolve uma bela reflexão sobre as dores da vida e da morte, duas condições que ninguém escapa. Este livro toca a alma.

Carpe diem.

Para um Rio de Janeiro + Acessível: REACESS 05/09/2006

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Em uma grande parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, irá acontecer pela primeira vez uma feira profissional voltada para soluções em acessibilidade, reabilitação e inclusão na cidade.

Segundo o dicionário, acessibilidade é a “condição de acesso aos serviços de informação, documentação, comunicação e a qualquer lugar”.

Reabilitação é a “restauração à normalidade, ou ao mais próximo possível dela, de forma e de função alteradas por algum tipo de lesão”.

E também pelo mesmo dicionário, inclusão é “o ato de incluir pessoas na plena participação de todo o processo educacional, laboral, de lazer, etc., bem como em atividades comunitárias e domésticas”.

Mas para atender a estas três palavras, são necessárias soluções em forma de conhecimentos e equipamentos.

Este foi o objetivo desde o nascimento deste projeto, que está se materializando, agora, na primeira edição da REACESS – Feira Nacional de Acessibilidade e Reabilitação, uma feira que será a “irmã” da REATECH – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, que acontece na cidade de São Paulo há cinco anos e é considerada, hoje, a terceira maior feira do mundo voltada ao tema.

Temos certeza que os visitantes encontrarão soluções para acessibilidade, reabilitação e inclusão na REACESS, realizada pelo Grupo CIPA, com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, a promoção da Revista Nacional de Reabilitação e com o incentivo das entidades cariocas que lutaram durante muito tempo para que esta feira acontecesse.

Esperamos com a REACESS, atender às necessidades de milhares de cariocas portadores de deficiência (físicas, mentais, visuais, auditivas e múltiplas), de seus familiares, empresas e profissionais do setor, bem como de idosos e pessoas com mobilidade reduzida de uma forma geral.

Desejamos uma grande feira e que a expectativa de todos os participantes, quer sejam visitantes ou expositores, possa ser atendida.

Data: 21 a 23 setembro de 2006
Horário: Quinta e Sexta das 14h00 às 20h00 e Sábado das 10h00 às 18h00
Local: CENTRO DE FEIRAS, EXPOSIÇÕES E CONGRESSOS DO RIO DE JANEIRO / RIOCENTRO S.A – AV. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ – Brasil – 22780-160

Fonte: http://www.cipanet.com.br/feiras/reacess/

Fico, a história de Raphael Levy 04/08/2006

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fico.jpgNo meio do surf, há quem diga que a vida de um surfista daria um livro. E foi exatamente isso que aconteceu. Mais do que histórias de surf trips, Rafael Levy, o Fico, em depoimento ao jornalista e tradutor André Viana, conta a sua trajetória de lutas e vitórias. “Fico – A história de Raphael Levy”, mostra a vida de um vencedor que mesmo tendo que enfrentar as adversidades que atravessaram a sua vida, nunca desistiu da sua grande paixão, o surf.

O livro revela o caminho de um guerreiro em sua permanente luta contra a esclerose múltipla, sem jamais abandonar a sua dedicação ao surfe, seu amor por sua família, amigos e sua empresa. O que seria a sua maior “vaca”, se tornou uma grande lição de vida, mostrando que, quem tem um objetivo na vida não desiste facilmente.

A trajetória do paulistano no surf começou na sua adolescência, nas ondas de Guarujá, Litoral Sul de São Paulo, onde seus pais tinham um apartamento. Desde então, sua ligação, não só com o mar, mas com o espírito do surf, traçou a linha que seguiria para sempre. No início, como era comum naquela época, sofreu a desaprovação dos pais, que não imaginavam que hoje o filho surfista seria um grande empresário, e que teria a sua história cravada no meio do surf.

A estrada – Buscando um modo de se manter, mas sem deixar de surfar, há 20 anos, Raphael Levy começou vendendo produtos de outras empresas no Guarujá. Um tempo depois, observando o jeito que o filho tinha para os negócios, o pai, que era sócio de uma fábrica de bolsas, deu a idéia para que ele produzisse carteiras emborrachadas.

Ele desenvolveu um modelo e vendeu para uma surfwear da época, que passou a produção para uma fábrica. O produto foi um sucesso, e apesar de ter apenas um cliente, chegava a produzir 1,5 mil unidades ao mês. Porém, com o tempo, o seu produto não era mais novidade e a concorrência apareceu, fazendo com que o seu cliente pulasse fora.

Incentivado pelos amigos, Rafael desenvolveu a sua própria marca, a Fico Surfwear, batizada com o seu apelido. Empolgado com o negócio, ele lotou o seu carro com várias peças e partiu para uma viagem de trabalho e lazer até Fortaleza, no Ceará. Por onde passava oferecia os artigos e surfava. Com isso, pouco a pouco, o seu trabalho ia sendo reconhecido.

Em 1983, Fico abriu oficialmente a sua empresa em sociedade com o seu irmão Cláudio Leon Levy. Atualmente, a Fico Surfwear produz mais de 350 itens, entre camisetas, bermudas, jeans, trunks, mochilas, carteiras, cintos, bonés, calçados e óculos, vestindo com estilo dentro e fora d´água.

A marca é 100% nacional e atende a 23 estados brasileiros, através dos seus representantes. Hoje, a Fico também exporta os seus produtos para o Japão, Europa e América do Sul, onde mantém contatos e uma infra-estrutura adequada para representar sua marca e seus produtos.

Sempre apoiando eventos esportivos e culturais, a Fico desde 1996, trabalha em cima da campanha “Violência Não”. Através de palestras, blitz, distribuição de materiais promocionais e concurso de redação, a campanha estimula a reflexão sobres os problemas atuais e incentivando o movimento a favor da paz.

A marca investe principalmente no surf, patrocinando surfistas como Augusto César Saldanha, Thiago Guimarães e Philipe Glazer, no surf, e Janaína Oliveira e Leonardo Perazzo, no bodyboard. Mais informações sobre a Fico Surfwear e seus atletas no site www.fico.com.br

Informações sobre livro:

Título: FICO – A História de Raphael Levy
Autor: André Viana
Páginas:144 (128 texto + 16 com ilustrações em cores)
Público-alvo: público em geral, amantes do surfe, por familiares e portadores de esclerose múltipla e por interessados em histórias de pessoas vencedoras

Fonte: Revista Super Surf

Foto por Ricardo Macario. Fonte: Waves

Informações científicas para o leigo 03/08/2006

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Antonio Spina-França

ESCLEROSE MÚLTIPLA. SÉRGIO ROBERTO HAUSSEN (ORGANIZADOR). UM VOLUME (15×23 CM) COM 150 PÁGINAS. PORTO ALEGRE, 2004: EDITORA CONCEITO (http://www.editoraconceito.com.br/), AVENIDA CARLOS GOMES 141 / 1202, 90480-003 PORTO ALEGRE RS (E-MAIL: editoraconceito@ editoraconceito.com.br). (mais…)

Investimento pesado em propaganda 02/08/2006

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Em seu livro Políticas farmacêuticas a serviço dos interesses da saúde? (Editora Unesco/Anvisa), José Augusto Barros mostra que os gastos em publicidade ficam entre 15% a 20% do faturamento global da indústria farmacêutica, quantia que representa o dobro, quando não o triplo, do que é investido na pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos. Os meios de divulgá-los são os mais diversos: propagandas em revistas especializadas, patrocínio de eventos, brindes, amostras grátis, viagens, anúncios na mídia. Segundo o pesquisador, a atitude pouco crítica dos médicos diante das propagandas não mudou, apesar dos estudos divulgados. Ao contrário, a abordagem das empresas se sofisticou com novas tecnologias de divulgação de seus produtos, como as videoconferências, utilizadas para ter a adesão dos médicos, relata.

Paula Soyama

Fonte: SOYAMA, Paula. Idéia de que a saúde pode ser comprada intensifica o consumo de medicamentos. Cienc. Cult., Apr./June 2006, vol.58, no.2, p.11-12.

Artigo relacionado: Novo site sobre EM não é independente

Lembrar de esquecer 18/07/2006

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ivan.JPGAgência FAPESP – Uma das últimas grandes contribuições do grupo liderado pelo neurocientista Iván Izquierdo, em Porto Alegre – onde mesmo aposentado formalmente, aos 68 anos, dirige o Centro de Memória do Instituto de Pesquisas Biomédicas da Pontifícia Universidade Católica (PUC) – foi identificar a existência das memórias de longa e curta duração. Mas esse conceito é apenas um, entre vários outros, apresentados pelo argentino naturalizado brasileiro nas três últimas décadas.

Com base em grande conhecimento científico, apresentado à comunidade em mais de 500 artigos, Izquierdo proferiu uma conferência nesta quarta-feira (28/6), em São Paulo, no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP). O tema, baseado em um de seus livros mais recentes, foi “A arte de esquecer”.

Segundo o pesquisador, apenas motivos biológicos, como a atrofia sináptica, causada pela falta de uso, ou doenças degenerativas, como Parkinson ou Alzheimer, podem destruir memórias. “Depois dos 70 anos, ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, 70% da população não tem problema de memória”, disse. Ao usar o próprio exemplo, aproveitou para dar uma receita infalível para deixar as lembranças no lugar: “A leitura, disparado, é a melhor forma de exercitar a memória”.

Dentro do cérebro, mais precisamente em áreas como o hipocampo e o córtex, processos bioquímicos são responsáveis pelo registro real da memória. Enquanto a memória de curta duração – ou memória de trabalho – é descartada rapidamente, a memória de longa duração precisa de pelo menos 12 horas para ser construída. “Esses dois tipos funcionam de forma paralela. Eles são fundamentais para o todo”, disse.

Em época de Copa do Mundo, o exemplo para ilustrar a importância do esquecimento da memória de curta duração não poderia ser outro. “Nessa sala [lotada], acredito que ninguém seja capaz de descrever todo o dia de ontem. Mesmo todo o jogo do Brasil. Lembramos dos gols e de alguns lances, no máximo, como aquela defesa que o Dida fez com os pés meio sem querer”, disse.

Para o cientista, não existe dúvida de que o aspecto mais notável da memória é o esquecimento. Ao citar o conto Funes, o memorioso, Izquierdo, também autor de livros de contos, lembrou que o argentino Jorge Luis Borges já havia percebido isso. “O personagem lembrava de absolutamente tudo e, por causa disso, não conseguia pensar de forma genérica”, disse.

Ainda do ponto de vista científico, o cérebro humano, de forma quase sempre inconsciente, costuma extinguir determinadas memórias e reprimir outras. O entendimento desses processos, que estão sendo estudados também pela equipe de Izquierdo, pode ser muito útil inclusive no tratamento de determinadas doenças.

“Imagine uma pessoa com depressão. É até bom que ela tenha sua memória comprometida, uma vez que lembrar de tudo pode até levá-la ao suicídio. E a dor do parto? Se as mulheres conseguissem reproduzir por completo esse sentimento, ninguém teria mais de um filho”, disse.

Para o pesquisador, é por isso que, ao entender melhor esses comportamentos, abre-se a possibilidade de que determinados processos possam ser cada vez mais dirigidos. Isso, na verdade, já é feito pelos psicoterapeutas em determinados tratamentos de estresse pós-traumático.

Fonte: Agência Fapesp 29/06/2006

Automassagem 17/07/2006

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Por: Armando S. B. Austregésilo 

A automassagem ativa a circulação e favorece a drenagem de toxinas. O ideal é realizá-la após o banho, com a pele limpa. Os exercícios sugeridos a seguir foram inspirados no livro Curso de Massagem Oriental, de Armando S. B. Austregésilo e podem ser feitos em casa.

Os resultados da automassagem podem não ser tão eficientes quanto a massagem feita por um profissional, mas podem render momentos relaxantes à pele.

Veja massagem completa (pdf)

Fonte: Curso de Massagem Oriental, de Armando S. B. Austregésilo

Jornal Conversa Pessoal (SERH): Ano VI – Número 64 – março – 2006

O Cérebro em Transformação 01/07/2006

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Em O Cérebro em Transformação, da neurocientista Suzana Herculano Houzel, você vai descobrir que nem só de hormônio vive a adolescência. Na verdade, tudo o que ocorre entre os 11 e os 18 anos é fruto de uma grande revolução química e neurológica. Daí as súbitas mudanças de humor, as inúmeras questões, a insegurança.

Numa abordagem original, a autora, consagrada pelo livro “O cérebro nosso de cada dia”, revela que a adolescência é um período necessário e desejável da vida. O que acontece então na cabeça do adolescente é muito mais do que uma simples enxurrada hormonal. Seu comportamento é fruto de um cérebro adolescente, que passa por uma grande reformulação.

Para começo de conversa, é neste período que o cérebro diz realmente a que veio. É uma fase de lapidação, refinamento e amadurecimento. Muitas conexões que foram feitas até a infância são abandonadas. Todo o sistema de compensação sofre uma grande baixa e por isso não é nada fácil deixar um cérebro adolescente satisfeito. O corpo que cresce desordenadamente distorce a auto-imagem e eles então precisam se identificar com algum grupo.

Esta é a fase ideal para se dedicar aos estudos – o cérebro tem sede de informação. No entanto, a irresponsabilidade é típica desta idade – sim, um cérebro adolescente não consegue pensar nas conseqüências dos seus atos, ele simplesmente opera no aqui e no agora. Como resultado, aparecem a rejeição familiar, a busca por novidades e riscos, as paixões, a impulsividade e os novos interesses como filosofia, política e religião. E para completar tantas transformações, há a grande novidade, capaz de fazê-lo sonhar acordado: a descoberta do sexo, dos feromônios e dos rituais de sedução.

Longe de serem ruins, são essas mudanças no cérebro que permitem o aprendizado e o amadurecimento que tornam o adolescente em um adulto independente, sensato e bem ajustado à sociedade.

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Fonte: Submarino

Divino cérebro 29/06/2006

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Em livro, médico descreve as descobertas da neuroteologia, ciência que estuda reações cerebrais diante das experiências místicas
 
Cilene Pereira e Mônica Tarantino

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“Uma das maneiras de usar
a intuição é aprender a fazer
silêncio para ouvir a sua voz”

O neurocirurgião Raul Marino Jr., 68 anos, conhece o cérebro humano como poucos. Em 35 anos de carreira, estudou-o, analisou as mudanças de comportamento relacionadas à sua química e se preocupou em explicar os caminhos das emoções entre os 100 bilhões de neurônios do órgão. Trabalhou em alguns dos melhores centros de pesquisa, como o Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Estudou para entender o que acontece no cérebro durante as orações, transes e outras práticas místicas. Na semana passada, Marino, professor de neurocirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, lançou o livro A religião do cérebro (Ed. Gente), no qual resume as descobertas mais recentes sobre a origem e os efeitos da experiência religiosa ou mística. “Fiz um depoimento sobre o que existe e acredito, como, por exemplo, o fato de que somos dotados de áreas cerebrais para que possamos nos comunicar com Deus”, disse Marino – além de médico, cristão –, na entrevista concedida a ISTOÉ.

ISTOÉ – Qual a concepção mais atual sobre o funcionamento do cérebro?
Raul Marino Jr. – Um dos princípios da neurociência do comportamento é que nossas experiências são geradas pela atividade cerebral. Assim, os sentimentos de amor, a consciência e até a presença de uma divindade estão associados a eventos que acontecem no cérebro.

ISTOÉ – E o que é a neuroteologia?
Marino Jr. – Estudamos o processamento das emoções relacionadas à religião,
à espiritualidade, no cérebro.

ISTOÉ – Como são feitos os estudos?
Marino Jr. – Foram feitas experiências com monges e freiras em clausura mostrando como e quando áreas cerebrais se alteravam durante a meditação e a oração. Viu-se que, em estado meditativo, eles apresentam alterações reais e detectáveis. Há mudanças na química do sangue e das ondas cerebrais.

ISTOÉ – Qual foi, até agora, o maior achado da neuroteologia?
Marino Jr. – Foi ter encontrado, no cérebro, as áreas ativadas pela
oração e pela meditação, quando entramos em contato com o divino.

ISTOÉ – E quais são essas regiões?
Marino Jr. – Uma das mais importantes é o lobo límbico e suas conexões.
Lá estão estruturas que nos ligam ao Criador e ao significado do mundo.

ISTOÉ – Seu livro descreve experiências de estimulação de áreas do cérebro situadas no lobo temporal direito, seguidas de reações que podem ser interpretadas como experiências místicas. Pode explicar isso?
Marino Jr. – Durante os últimos 15 anos, um importante pesquisador, Michael Persinger, aplicou campos magnéticos sobre o hemisfério direito do cérebro de jornalistas, músicos, escritores e estudantes. Todos referiram-se à sensação de uma presença ou ao deslocamento para fora dos seus corpos. Uma das conclusões foi a de que crenças sobre a existência de deuses são propriedades normais do cérebro humano, tendo se desenvolvido em nossa espécie como funções para facilitar nossa adaptabilidade. O autor mostrou a evidência de que certas experiências de cunho religioso podem ser simuladas em laboratório. Isso não quer dizer, porém, que elas sejam fruto do cérebro. A experiência mística é algo que vem de dentro. E só o ser humano pode ter essa experiência divina. Só ele possui as estruturas cerebrais capazes de processá-la.

ISTOÉ – De que maneira os conhecimentos da neuroteologia podem melhorar o atendimento ao paciente?
Marino Jr. – Pode-se usá-los em favor do doente. É como ajudá-lo a usar uma
fonte de benefícios que ele tem em si próprio, mas que muitos desconhecem.

ISTOÉ – Quais são esses benefícios?
Marino Jr. – A vivência da espiritualidade ajuda no bom funcionamento do organismo. As pessoas que têm fé se recuperam melhor de tratamentos de doenças crônicas, por exemplo.

ISTOÉ – No livro, o sr. afirma que a intuição é uma ferramenta que desprezamos cada vez mais. Como usá-la melhor?
Marino Jr. – Uma das maneiras é aprender a fazer silêncio para ouvir a sua voz. Ela não é alta e clara, dizendo faça isso ou aquilo. É um sopro, um sentimento, uma certeza. Isso depende de prática, de meditação, oração ou como você quiser chamar esses momentos em que a pessoa se desliga da corrente dos acontecimentos e entra em contato consigo e com Deus.

Fonte: IstoÉ – 17/08/2005

Farmacopolítica 22/06/2006

Posted by Esclerose Múltipla in Terapia Ocupacional.
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Post do Blog Viridarium*

farmacopolitica.jpgPostos recentemente em destaque pelo filme “O Jardineiro Fiel“, baseado no romance homónimo de John le Carré, os ensaios clínicos levados a cabo pela indústria farmacêutica constituem um tópico central da política de regulação de medicamentos. Esta é o objeto do livro de Arthur A. Daemmrich. Pharmacopolitics: Drug Regulation in the United States and Germany, publicado pela University of North Carolina Press em 2004 e que recebeu em 2006 o Edward Kremers Award, do American Institute for the History of Pharmacy.

Arthur Daemmrich é desde 2005 o diretor do recém criado Center for Contemporary History and Policy da Chemical Heritage Foundation.

Do livro, é possível ler na Net:

Conteúdo
Introdução

Arthur A. Daemmrich. Pharmacopolitics: Drug Regulation in the United States and Germany. Studies in Social Medicine Series. Chapel Hill and London: University of North Carolina Press, 2004. xi + 203 pp. ISBN 0-8078-2844-0.

Recensões deste livro:

Por Robert P. Stephens, na H-Net.

Por Janice M. Reichert, no New England Journal of Medicine.

Por Carsten Timmermann, no Journal of the History of Medicine and Allied Sciences. 61,1(2006)103-105.

Do mesmo autor, ler na Net:

Arthur Daemmrich, Mary Ellen Bowden. A Rising Drug Industry. Chemical & Engineering News. Special Issue. The Top Pharmaceuticals That Changed The World. Vol. 83, Issue 25 (20/06/2005).

Fonte: Blog Viridarium*

*Blog dedicado à História das Ciências, mantido pelo Centro de Estudos de História das Ciências Naturais e da Saúde. O CEHCNS promove a investigação e o ensino em História das Ciências e das Técnicas, particularmente das Ciências Naturais e da Saúde, num quadro interuniversitário. É um centro do Instituto de Investigação Científica Bento Rocha Cabral, situado em Lisboa.