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Médicos falam de esclerose múltipla e esclerose lateral amiotrófica 30/10/2014

Posted by Esclerose Múltipla in Espaço médico.
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Bem Estar desta quinta-feira (30) falou de doenças no sistema neurológico.
Problemas podem atingir o sistema nervoso central ou periférico; entenda.

Assista aos videos complementares em:

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/10/medicos-falam-de-esclerose-multipla-e-esclerose-lateral-amiotrofica.html

Doenças no sistema neurológico, como a esclerose múltipla, a esclerose lateral amiotrófica e a síndrome de Guillain-Barré, por exemplo, podem afetar o corpo todo e causar alterações ou perda dos movimentos. No Bem Estar desta quinta-feira (30), os neurologistas Tarso Adoni e Leandro Calia falaram sobre os tratamentos desses problemas e as consequências deles na qualidade de vida dos pacientes.

Segundo os médicos, a causa da esclerose múltipla é desconhecida. O que se sabe é que a doença ataca as bainhas de mielina, que são espécies de “capas” dos neurônios – sem essa proteção, os impulsos começam a passar em uma velocidade mais lenta.

Mais comum nas mulheres, a esclerose é uma doença crônica, ou seja, não tem cura. Mas como explicou o neurologista Tarso Adoni, existem diversos tratamentos e medicamentos que permitem que o paciente tenha uma vida normal.

Os médicos falaram também da síndrome de Guillain-Barré, doença no sistema nervoso periférico, em que o próprio sistema imunológico do paciente ataca a bainha de mielina, no sistema nervoso. A síndrome não tem causa conhecida e pode provocar sequelas e levar à perda dos movimentos no corpo todo. Uma das maneiras de tratamento é a fisioterapia e a reabilitação, como mostrou a reportagem. Segundo o neurologista Leandro Caia, se tratada do jeito certo, a doença tem uma chance alta de cura.

Ainda no sistema nervoso periférico, pode ocorrer a esclerose lateral amiotrófica (E.L.A.), doença que leva à morte progressiva dos neurônios responsáveis por comandar músculos e movimentos voluntários. Nesse caso, não tem cura e a progressão pode ser rápida e levar de 3 a 5 anos, por exemplo. Seja qual for a doença, ao receber o diagnóstico, alguns pacientes acabam se isolando, o que é um caminho para a depressão, um problema que pode piorar ainda mais a qualidade de vida. O neurologista Tarso Adoni explica que o ideal é encarar o tratamento, com a ajuda e o aconchego dos outros).

Fonte: Programa Bem Estar, Rede Globo de Televisão

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