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Porque navegar é preciso… 06/12/2006

Posted by Esclerose Múltipla in Utilidade pública.
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“Um site com informações boas pode ajudar a pessoa na procura pelo profissional certo e levá-la a conhecer outras visões sobre a doença. Também pode auxiliá-la a tomar uma decisão sobre o tratamento a ser seguido, pois a última palavra tem de ser a do paciente. As informações, porém, têm de ser genéricas, nunca individualizadas, para não colocar a saúde do internauta em risco”, ensina o clínico-geral Alexandre Feldman, de São Paulo, especialista em dores de cabeça, que criou em 1998 o site www.enxaqueca.com.br.

“Até então, não existia um endereço eletrônico sobre o assunto no Brasil, enquanto havia uma população inteira desinformada”, afirma. “A idéia foi disponibilizar dados sobre essa doença crônica, como fatores que a desencadeiam e os tipos de tratamento. Inicialmente, eram apenas informações; agora acrescentamos interatividade à página”, explica Feldman, que acrescentou ao endereço testes, enquetes, cadastro para recebimento de boletins e link para uma comunidade no Orkut. De acordo com o clínico-geral, diariamente são 500 acessos de internautas diferentes ao site, que ficam em média 10 minutos navegando. “O número de visitantes quintuplicou em dois anos”, comemora Feldman. A dermatologista Érica Monteiro, também de São Paulo, mantém o site www.dermatologia.com.br há oito anos. “Naquela época, a internet não tinha as dimensões de hoje, mas sempre acreditei que seria uma ferramenta importante na busca de informações, principalmente na área de saúde”, afirma.

“Recebo muitas perguntas dos internautas. Como não é possível responder a todas, procuro ver quais são as mais freqüentes e faço uma matéria sobre o assunto”, comenta a especialista. “O principal objetivo do site é fornecer informações ligadas à saúde da pele, com dados precisos, confiáveis e atualizados”. Na opinião de Érica, isso ajuda o paciente a perceber o quanto o seu médico está atualizado e se preocupa em dar informações de credibilidade. “Isso faz com que o paciente se sinta seguro, confie no trabalho do profissional e o indique para seus amigos e familiares”, resume. Segundo a dermatologista, o seu site recebe de 25 mil a 30 mil visitas por mês. Cerca de 63% desses internautas são mulheres; 68% têm entre 25 e 45 anos e 86% têm escolaridade média ou superior.

Fonte: Revista Viva Saúde

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