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Bom humor e a Saúde 03/09/2006

Posted by Esclerose Múltipla in Qualidade de vida.
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Ballone GJ  

Não fumar, alimentar-se equilibradamente, evitar carnes vermelhas e gordurosas, praticar exercícios físicos regularmente, dormir número satisfatório de horas, ter a vida regrada, não cometer exageros e excessos, e outras tantas recomendações espartanas já está provado: talvez você não viva mais, mas sua vida vai parecer uma eternidade.

Essa brincadeira sugere, singelamente, que as atitudes necessárias para um modo de vida politicamente correto, podem ser medidas que fazem viver mais, mas nem sempre, melhor. Viver mais, não significa viver melhor, automaticamente, ou seja, quantidade não é sinônimo de qualidade.

Há alguns anos, afirmar que existia uma vinculação direta entre o humor e a boa saúde era quase uma heresia para a ciência. Hoje em dia, a medicina em geral e a psiquiatria, em particular, estudam muito a importância do bom humor, dos bons sentimentos e da afetividade sadia na qualidade de vida e na saúde global da pessoa. Sobretudo, na prevenção de doenças e como fator de melhor recuperação de moléstias graves, entre as quais o câncer (veja Câncer e Emoção).

Patch Adams é o nome de um filme, protagonizado por Robin Williams, que conta a história de um estudante de medicina esforçado, de todas as maneiras possíveis, em mostrar a importância de humanizar a profissão médica, bem como a importância do humor como meio para atingir o bem-estar dos doentes.

Afortunadamente, parece que hoje, salvo infelizes exceções, já não existe dúvida nenhuma sobre a relação que existe entre o estresse, seja ele físico ou emocional, e a saúde orgânica, incluindo o funcionamento do sistema imunológico e o desenvolvimento de alguns tipos de câncer.

Da pesquisa dessas questões, dedica-se uma parte bastante nova da medicina que é a psiconeuroimunologia, ou seja, o estudo da maneira pela qual as emoções influem no sistema imunológico das pessoas. É o estudo dos mecanismos de interação e comunicação entre a mente e os três sistemas responsáveis de manter o organismo equilibrado: o sistema nervoso, o imune e o endócrino.

A comunicação entre esses três sistemas se produz através de substâncias químicas geradas por eles, como os hormônios, os neurotransmissores e as citoquinas. Segundo as descobertas, os acontecimentos estressantes processados através da cognição da pessoa, ou seja, através do sistema de crenças e valores próprio de cada indivíduo, podem originar sentimentos negativos de cólera, raiva, depressão, falta de defesas e desesperança. As pessoas com esses sentimentos são consideradas possuidoras de índice emocional negativo.

As investigações sobre as contribuições do bom humor para a saúde são mais recentes e menos numerosas que os estudos sobre os efeitos danosos da tristeza, da angústia e da raiva (veja Ódio, Raiva e Psicossomática).

Um recente estudo sobre a atividade das células tipo “natural Killer”, importantes na imunidade contra tumores, mostrou os efeitos de programas que estimulam o riso e o bom humor no aumento da atividade desses componentes imunológicos, ao mesmo tempo em que os estados depressivos enfraqueciam esse aspecto da defesa orgânica (Takahashi, 2001).

Nesse sentido, Berk e colaboradores (2001) também puderam estudar a modulação neuroimunológica durante e depois de pacientes serem sido submetidos a programas associados ao bom humor e ao riso. Concluíram que o riso e o bom humor podem ter efeitos benéficos na saúde, recomendando esse tipo alternativo de terapia para melhora do bem estar e como coadjuvante ao tratamento médico formal.

Os efeitos do bom humor sobre a saúde física são tão evidentes que uma boa e sincera risada pode ter a importância de uma sessão de ginástica. Na psicossomática a medicina se preocupou, até agora, em mostrar os mesmos resultados de maneira inversa, ou seja, mostrando as relações entre determinadas emoções e a ocorrência de doenças cardíacas (veja Psicossomática e Cardiologia).

Na década de 1940, Flanders Dumbar já descrevia algumas características de humor e comportamento do paciente coronariano. Dizia que existia, entre os pacientes coronarianos, grande número de pessoas compulsivas, com tendência ao trabalho contínuo, hiperativos, que desprezavam as férias e não dividiam responsabilidades, além de negarem estar eventualmente emocionadas ou depressivas.

Essa foi, talvez, a primeira observação para a futura classificação e denominação da chamada Personalidade Tipo A, a qual se relacionaria à maior propensão para o infarto do miocárdio (veja mais). Abaixo, as características da Personalidade Tipo A, com asteriscos nos traços compatíveis com o mau humor.

CARACTERÍSTICAS DE COMPORTAMENTO NO TIPO A DE PERSONALIDADE

1. Tendência para procurar atingir metas não bem definidas ou muito altas;
2. Acentuada impulsão para competir;
3. Desejo contínuo de ser reconhecido e de progredir;
4. Envolvimento em múltiplas funções;
5. Falta de tempo para terminar alguns empreendimentos;
6. Preocupação física e mental*;
7. Incapacidade de relaxamento satisfatório, mesmo em épocas de folga*;
8. Insatisfação crônica com as realizações*;
9. Grau de ambição está sempre acima do que obtém;
10. Movimentos rápidos do corpo;
11. Tensão facial;
12. Entonação emotiva e explosiva na conversação normal*;
13. Mãos e dentes quase sempre apertados.
Além disso, a Personalidade Tipo A parece ser um complexo ação/emoção caracterizado por uma luta contínua, crônica e incessante na tentativa de atingir mais em menos tempo, abrigando uma hostilidade dissimulada e constante. Há na Personalidade Tipo A uma hostilidade manifesta ou dissimulada, alto grau de aborrecimento, irritação, rancor e impaciência, sentimentos que podem ser considerados índice emocional negativo (veja abaixo).

Assim como o cardiologista mais sensível detecta a Personalidade Tipo A associada à doença das coronárias, também os oncologistas, com as mesmas qualidades holísticas, conceituam e delineiam uma Personalidade Tipo C, onde o risco maior seria para o câncer (veja mais).

Neste tipo de personalidade haveria traços proeminentes de negação das experiências mais traumáticas, supressão das emoções e tendência à raiva. Outras características deste padrão personal seria amabilidade excessiva, porém, às vezes contrariada, não reconhecimento dos conflitos, aspiração social exagerada, comportamento forçosamente harmonioso, paciência desmedida mas dissimulada, racionalidade contundente e um rígido controle da expressão emocional. Essas pessoas costumam são verdadeiras pseudo-bem-humoradas.

Os pesquisadores consideram, para a Personalidade Tipo C, que o uso excessivo da negação e da repressão (mecanismos de defesa), bem como a dissimulação dos sentimentos são importantes fatores ligados ao desenvolvimento tumoral. Para essa forma e estilo de reagir à vida, os estressores psicossociais estariam associados à diminuição da imuno-competência orgânica e, conseqüente à essa alteração, ao desenvolvimento do câncer. Também o risco de metástases de um câncer já tratado estaria significativamente influenciado pela reação da Personalidade Tipo C com o tipo e a duração dos estressores psicossociais (Baltrusch, Stangel e Titze, 1991).

Mas, quando se fala em risos e risadas não estamos falando da pessoa que conta anedotas, que ri a toa. Às vezes um comportamento assim pode ser uma exigência profissional ou uma conveniência social. O bom humor, na realidade, diz respeito a rir-se das coisas em geral, das incongruências do cotidiano, da comédia da vida diária, das brigas, dos pequenos problemas do dia-a-dia e, até mesmo, dos tempos difíceis que passamos.

Fazer “piadinhas” de tudo é muito mais eficiente que assistir um show de humorismo sofisticado, para o qual tenhamos que disputar a vaga do estacionamento aos berros. Trata-se de levar a vida forma mais leve, mesmo diante de um trabalho mais sério, trata-se de rir mais e com maior freqüência do que de costume.

Alguns trabalhos são encomendados por órgãos de saúde, com o propósito de avaliar a viabilidade econômica dos programas de aumento da qualidade de vida e promoção do bem estar que utilizam técnicas de estimular o bom humor e o riso. Todos os estudos de Watt, Verma e Flynn, da Queen s University (1998), revelaram alguns resultados positivos que se seguem à intervenção de técnicas de bom humor, ressaltando que, embora as evidências fossem ainda inconclusivas, tais programas podem ser economicamente compensadores (relação custo-benefício).

Estudando a autobiografia manuscritas de 180 freiras católicas (Danner, 2001), pode ser possível estabelecer uma associação inversa fortemente estabelecida entre o índice emocional positivo e a longevidade. Foram considerados relatos de emoção positiva aqueles com maior quantidade de palavras ligadas a sentimentos agradáveis, tais como “felicidade”, “amor”, “alegria”, “generosidade” e “esperança”.

Além de esse grupo ser em média de 6 a 10 anos mais longevo, as freiras positivas haviam chegado com mais saúde à velhice do que as que costumavam usar grande número expressões com significados negativos, do tipo “tristeza”, “indecisão”, “medo”, “pecado” e “vergonha”. O grupo considerado com índice emocional positivo exibiu ainda, menor grau de demência senil.

Estresse, Adaptação e Risos
Atualmente a risada tem sido objeto de estudos, por se tratar da expressão mais explícita do bom humor e da positividade (Macaluso MC. 1993). Segundo pesquisas de Hassed (2001), o riso tem um importante papel na redução dos hormônios envolvidos na fisiologia do estresse, melhorando a intensidade e realçando a criatividade das respostas, reduzindo a dor e, sobretudo, melhorando a imunidade e reduzindo a pressão de sangue. As pessoas que sabem se divertir e rir são, geralmente, mais saudáveis e mais capazes de sair de situações de estresse com mais facilidade.

A redução da liberação dos hormônios associados ao estresse, notadamente do cortisol e da adrenalina é ocorrência desejável, já que, como se sabe, estando eles em excesso, podem enfraquecer as defesas do organismo e elevar a pressão arterial, criando condições para o desenvolvimento de infecções e doenças cardíacas, tais como o infarto e a insuficiência cardíaca.

John Morreall afirma que “A pessoa que tem sentido de humor, não só é mais descontraída perante situações potencialmente estressantes, como também as compreende de forma mais flexível. Mesmo aquele em cujo ambiente não ocorram muitas coisas, a sua imaginação e criatividade vão afastá-lo da rotina mental permitindo desfrutar de si mesmo, evitar o aborrecimento e a depressão.”

Efeitos Orgânicos do Bom (e do mau) Humor
Com o adendo das pesquisas funcionais do cérebro (PET e SPECT), está sendo possível avaliar como se comporta o Sistema Nervoso Central diante de muitas atividades psíquicas.

A tristeza e a ansiedade, quando comparadas a um estado emocional neutro, ativam um conjunto de regiões cerebrais diferentes. O estado emocional de tristeza foi seguido de ativações específicas da área subcortical do giro cingulado e núcleo dorsal, juntamente com a desativação específica de região pré-frontal direita e do córtex parietal posterior. Da mesma forma, viu-se que a ansiedade foi associada com as ativações específicas do núcleo ventral, do córtex temporal orbito-frontal e anteriores, desativação específica do giro para-hipocampal, e outras (Liotti, 2000).

Essas ativações e desativações complicadas são referidas aqui, apenas para convencer-nos do fato de existirem regiões cerebrais mais ou menos específicas para tipos mais ou menos específicos de emoções. Anatomicamente, o fato importante é a desativação cortical dorsal seletiva durante a tristeza e a desativação cortical ventral na ansiedade.

Embora as bases neurobiológicas para as principais anormalidades do humor não tenham sido ainda claramente estabelecidas, através do estudo do fluxo do sangue cerebral e da taxa do metabolismo do açúcar pelos neurônios tem-se localizado algumas áreas, no cortex cerebral pré-frontal ventral e no corpo caloso, cuja atividade se encontra fortemente diminuída em pessoas depressivas (Drevets, 1997) .

Em deprimidos crônicos e de origem familiar, o decréscimo na atividade dessas áreas cerebrais foi explicado por Drevets, ao menos em parte, por uma redução no volume cortical, mostrado pela Ressonância Magnética, de 39 e de 48%. Ressalta ainda esse autor, que esta região tem sido implicada na mediação das respostas emocionais aos estímulos sociais significativos ou provocativos, bem como na ação das drogas antidepressivas.

Essas alterações na função (e até na anatomia) cerebral diante de determinados estados emocionais têm resultado em difíceis reflexões; as alterações cerebrais produziriam alterações no humor ou, ao contrário, alterações do humor seriam as causas de alterações cerebrais?

A experiência de Fischer (1996), relacionando a função cerebral e a lembrança de experiências estressantes é muito curiosa. Funcionários de um banco assaltado foram submetidos à apresentação de um vídeo sobre o assalto que haviam presenciado. Na mesma apresentação havia também espectadores que não tinham vivenciado o assalto. As funções cerebrais medidas durante a apresentação do vídeo foram comparadas entre esses dois grupos.

Além dos níveis da ansiedade ter tido uma importante elevação fisiológica, muito maior no grupo dos assaltados que nos não assaltados, durante a exposição do vídeo houve, também nos assaltados, um aumento muito maior da atividade bilateral no córtex visual, no giro posterior do cíngulo e no córtex órbito-frontal esquerdo.

Isso pode significar que a simples memória do estresse desempenha importante papel no funcionamento cerebral. Na realidade, o que aconteceu na experiência de Fischer foi um outro estresse, desta vez, induzido pela re-experiência visual da vivência traumática. Isso explicaria, talvez, os pensamentos intrusivos e os sintomas conseqüentes, como acontece no Transtorno de Estresse Pós-Traumático (veja mais).

Mais adiante, o mesmo Fischer (2001) pesquisou as relações entre a atividade da amígdala e a disposição pessimista de personalidade. Os resultados sugerem um importante papel para a amígdala nos estados emocionais negativos, notadamente nas posturas emocionais cronicamente negativas, típicas das disposições pessimistas da personalidade.

Ainda em relação ao pessimismo, em 1986, 1306 homens foram submetidos a um questionário específico para avaliação das características Optimismo-Pessimismo da personalidade. Esse grupo foi acompanhado e avaliado por um período médio de 10 anos (Kubzansky, 2001).

Durante esse tempo ocorreram 162 casos da doença coronariana do coração (71 casos de infarto do miocárdio não fatal, 31 casos do mesmo quadro, porém fatais, e 60 casos da angina do peito). Os resultados foram publicados num trabalho de Kubzanski, com o sugestivo nome Is the glass half empty or half full?… (O copo está meio cheio ou meio vazio?…) e sugeriram, fortemente, que um estilo otimista de vida pode proteger contra os risco da doença coronariana, bem como, pode estar relacionado ao melhor prognóstico (casos não fatais) das coronariopatias.

Ben-Zur, em 2000, publicou um trabalho sobre a avaliação de 171 pacientes submetidos à cirurgia coronariana entre 2 e 20 meses depois da operação. A alta aflição psicológica (estados de ansiedade, medo e depressão) bem como a reduzida capacidade funcional, foram associada a níveis elevados do pessimismo.

As relações entre emoções e imunidade já vêm sendo estudadas há algum tempo. Um dos objetivos desses estudos é examinar o relacionamento entre fatores psicológicos, atividade regional do cérebro e a atividade dos leucócitos NT (Natural Killer). Nos trabalhos de Tashiro houve significativa correlação entre as atividades dessas células da defesa imunológica, ansiedade e estresse, e atividade do córtex pré-frontal infero-lateral, córtex orbito-frontal e córtex temporal anterior.

Esse trabalho (Tashiro, 2001), no qual foram estudados 8 pacientes com doenças malignas e submetidos à provas de função cerebral (PET), ofereceu dados que podem servir de suporte para uma hipótese de que a interação psico-imune pode ser mediada também pelo córtex cerebral e pelo Sistema Límbico (veja Imunidade e Emoção e Câncer e Emoção).

São mais ou menos recentes as pesquisas conduzidas por K. Shibata, da Universidade do Centro Médico de Rochester, New York, sobre as localizações cerebrais da região predominantemente relacionada ao humor (bom ou mau) das pessoas. Shibata começou, originalmente, usando a imagens de Ressonância Magnética Funcional (SPCT e PET) estudar o processamento cerebral de incongruências verbais.

Durante a pesquisa, quando observava a reação do cérebro à incongruências verbais engraçadas, encontrou alguns dados sugestivos da área do cérebro capaz de processar o bom humor. A estimulação das pessoas se dava às custas de gracejos verbais, cartoons e sons de gargalhadas.

O riso parece ser associado, primeiramente, com o córtex motor suplementar, uma observação constatada também por resultados da estimulação elétrica desta área durante a cirurgia do cérebro. O córtex direito do pré-motor pode também estar envolvido no riso. O sentimento emocional agradável que acompanha o riso parece ser associado com o núcleo acumbens, como são muitos outros estados emocionais positivos.

Por outro lado, a apreciação dos gracejos e dos cartoons parece estar relacionada ao lóbulo frontal ventro-medial, uma área que mostra relativamente pouca atividade nos pacientes com depressão e em pessoas portadoras de lesões capazes de destruir o sentido de experimentar o humorismo.

Novas Idéias
A proposta terapêutica que resulta dessas hipóteses é a seguinte; se o Sistema Nervoso Central e sua função emocional podem influenciar diretamente nosso sistema imunológico, então tem que ser possível o restabelecimento do bom funcionamento imunológico transformando nossas emoções negativas em positivas.

Como novas e alternativas terapias surgem a cada momento, a chamada risoterapia se baseia nas propriedades do riso para melhorar pessoas imunodeprimidas. A risoterapia trata das chamadas emoções negativas, procurando fazer esquecer a dor ou o medo que caracterizam alguns pacientes. De fato, os pensamentos humorísticos fazem maravilhas no organismo, principalmente se levarmos em conta que o riso e a alegria estimulam a produção de endorfinas e regulam os níveis hormonais.

Segundo alguns adeptos mais entusiasmados da alegria em doses terapêuticas, aparentemente o riso não melhora apenas as condições do sistema imune. Conforme com o psiquiatra da Universidade de Stanford, William F. Fry (1992), rir cem vezes durante o dia tem os mesmos efeitos cardiovasculares que fazer exercícios de remo durante 10 minutos.

Um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia, Estados Unidos, tem se empenhado num estudo de cinco anos de duração sobre as propriedades curativas do riso, apoiado por filhos e netos dos clássicos do humor, tais como Chaplin, Lou Costello, W.C. Fields, Buster Keaton e Harpo Marx.

No Brasil, criado há sete anos e implantado em seis hospitais de São Paulo, o grupo Doutores da Alegria acaba de expandir seus picadeiros. Um novo núcleo está em funcionamento num hospital de Campinas, interior do estado de São Paulo, e em outros dois hospitais do Rio de Janeiro. Segundo a revista Veja, no próximo ano o serviço deverá ser estendido a algumas outras capitais do Nordeste.

A fórmula dos Doutores é simples: os 25 atores que integram o grupo utilizam técnicas circenses para satirizar os horrores da rotina hospitalar e tentar diminuir o trauma de crianças adoentadas (Revista Veja).

Ballone GJ – O impacto do (bom) humor sobre a saúde, in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005.

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