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Validação de escala de determinação funcional da qualidade de vida na esclerose múltipla para a língua portuguesa 21/06/2006

Posted by Esclerose Múltipla in Espaço médico, Qualidade de vida.
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Maria Fernanda MendesI; Silvia BalsimelliIII; Gabriela StangehausIV; Charles Peter TilberyII

RESUMO

O objetivo deste estudo é traduzir para o português, realizar a equivalência cultural e validar a Escala de Determinação Funcional de Qualidade de Vida (DEFU). Foi realizado estudo longitudinal, com 143 pacientes com esclerose multipla (EM) clinicamente definida. A validação da escala foi determinada pela correlação dos escores do DEFU com a Escala de Incapacidade Funcional Expandida (EDSS) e a Escala Ambulatorial (EAN). A consistência interna (alfa) foi semelhante à observada originalmente. Observamos haver correlação entre as subescalas (0,35-0,71) e destas com o EDSS e o EAN. O coeficiente Kendall Tau evidenciou haver associação significante entre a visita inicial e a de três meses. A sensibilidade da escala foi testada considerando dois grupos de pacientes: com EDSS < 3,5 e com EDSS > 3,5. Observamos escores maiores nos pacientes com EDSS mais baixo, quando comparados com aqueles com comprometimento moderado. Baseados neste estudo, concluímos que esta versão do questionário DEFU traduzido para a língua portuguesa preenche os critérios de confiabilidade, sensibilidade e validade.

Para acessar o artigo completo em clique aqui.

Centro de Atendimento e Tratamento de Esclerose Múltipla (CATEM) da Disciplina de Neurologia do Departamento de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, São Paulo SP Brasil
IProfessor Instrutor
IIProfessor Adjunto
IIIPsicóloga
IVProfessora Adjunta Disciplina de Estatística da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas SP, Brasil

Palavras-chave: esclerose múltipla, qualidade de vida, escala de avaliação.

Fonte: MENDES, Maria Fernanda, BALSIMELLI, Silvia, STANGEHAUS, Gabriela et al. Validação de escala de determinação funcional da qualidade de vida na esclerose múltipla para a língua portuguesa. Arq. Neuro-Psiquiatr., Mar. 2004, vol.62, no.1, p.108-113.

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