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Chocolate amargo ajuda a combater fadiga crônica, diz estudo 09/10/2007

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Chocolate amargo está associado ao combate da pressão alta

Uma dose diária de chocolate amargo pode ajudar a reduzir os sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica, apontaram cientistas britânicos.

Pacientes que participaram de um estudo piloto realizado pela Hull York Medical School revelaram que ficaram menos cansados depois de comerem chocolate com alta concentração de cacau.

A Síndrome da Fadiga Crônica é uma condição caracterizada por uma profunda fadiga muscular após esforços físicos. Os sintomas ainda incluem dor de cabeça, memória fraca, dificuldade de concentração, perturbação do sono e irritação.

O líder do estudo, Steve Atkin, disse que a idéia da pesquisa surgiu de uma paciente que relatou ter se sentido mais disposta depois que trocou o chocolate branco e ao leite pelo amargo.

Polifenol e serotonina

Atkin então resolveu testar outros dez pacientes, que, durante dois meses, receberam uma dose diária de 45 gramas de chocolate amargo.

Após um intervalo de um mês, os voluntários receberam a mesma dose por mais dois meses de chocolate branco ou ao leite.

Os cientistas observaram que quando comeram chocolate amargo, os pacientes apresentaram menos sintomas da fadiga e admitiram que voltaram a se sentir mais cansados ao comer outro tipo de chocolate.

O professor Atkin disse ter ficado surpreso com a evidência dos resultados.

“Apesar de ter sido um pequeno estudo, dois pacientes conseguiram voltar ao trabalho depois de terem ficado de licença durante seis meses”, citou o pesquisador.

“O chocolate amargo é rico em polifenol, uma substância que traz benefícios à saúde, como a redução da pressão alta”.

“Além disso, o polifenol aumenta os níveis de serotonina no cérebro, que está associada ao combate da fadiga crônica”, explicou.

Para o cientista, mais pesquisas devem ser feitas para avaliar os benefícios do produto, mas ressaltou que os pacientes podem tranqüilamente comer uma dose diária de chocolate amargo, e que nenhum voluntário da pesquisa aumentou de peso.

Fonte: BBC Brasil

Esclerose múltipla sob investigação (Portugal) 08/10/2007

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Biocant Park assina contrato com a Biogen Idec

A empresa norte-americana Biogen Idec associou-se ao Biocant Park, em Cantanhede, numa parceria para dar corpo a um projecto de investigação que visa encontrar marcadores moleculares para um diagnóstico mais preciso e uma melhor caracterização da esclerose múltipla.

Em comunicado enviado ao farmacia.com.pt, o Biocant Park explica que a associação entre as duas entidades remonta ao passado mês de Julho e ocorre no âmbito de um Sponsored Research Agreement, contando com o envolvimento de investigadores afectos ao Biocant Park, ao Centro de Neurociências e Biologia Celular e aos Hospitais da Universidade de Coimbra. As actividades de investigação deverão ter lugar, na sua maioria, nas instalações do Biocant Park.

Na mesma nota, os responsáveis pela estrutura científica com sede em Cantanhede atestam que a Biogen Idec, cotada em bolsa, é uma das maiores empresas do ramo da biotecnologia a nível mundial. Especializada na descoberta, no desenvolvimento, na produção e na comercialização de medicamentos para patologias neurológicas, doenças auto-imunes e cancros, emprega nas suas instalações, que estão espalhadas por todo o mundo, cerca de 4500 pessoas.

Este é o primeiro contrato deste género que a Biogen Idec celebra no nosso país, numa atitude que a Biocant Park diz ser uma demonstração da “confiança nas competências e nos recursos do Biocant Park e dos seus parceiros para a investigação nesta área”, seguindo todos os parâmetros e exigências da indústria.

Fonte: Farmacia.com.pt

O difícil diagnóstico da esclerose múltipla 03/09/2007

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O dia 30 de agosto é considerado o Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, a enfermidade neurológica crônica mais predominante em jovens, entre os 20 e 40 anos. É uma doença pouco conhecida, que compromete significativamente a vida do doente e das pessoas próximas a ele. A falta de informação e não saber qual médico procurar são os desafios da doença, por isso, o número de casos diagnosticados vem crescendo no Brasil. No primeiro trimestre desse ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) realizou 544 internações decorrentes da doença. No ano passado, o total de assistências foi 2.328. Em contrapartida, o custo gerado em decorrência da EM é elevado.A investigação é difícil porque os sintomas não são permanentes no primeiro momento e quando a pessoa percebe, geralmente, a doença se encontra em fase mais adiantada. Sua causa ainda é desconhecida. Sabe-se que o paciente nasce com uma predisposição genética e que alguns fatores ambientais, como a exposição solar, o tabagismo e alguns tipos de vírus, funcionam como um “gatilho” no desencadeamento da doença. Em aproximadamente 85% dos pacientes o quadro clínico da EM se inicia sob a forma de um surto (sintomas neurológicos que duram no mínimo 24 horas) da doença.

Das manifestações clínicas iniciais, 46% são sinais e sintomas medulares (fraqueza das pernas, dormências, disfunção sexual e incontinência urinária); cerca de 20% dos pacientes reclamam de um quadro vista embaçada; 10% de síndromes de tronco cerebral (visão dupla, desequilíbrio, tonturas e falta de coordenação motora); e o restante por uma combinação dos sintomas.

Nos pacientes, transtornos do humor, como depressão e ansiedade, são muito comuns. Assim como a fadiga, falta de energia para as atividades diárias. Na maioria das vezes, a fadiga é confundida com preguiça, dificultando o diagnóstico.

O diagnóstico é baseado na história clínica relatada pelo paciente associado ao exame neurológico. Exames como a ressonância magnética do cérebro e o exame do líquido da espinha são importantes para sua confirmação e para afastar outras doenças que podem simular a esclerose múltipla.

Fonte: Paraná-Online

Merck melhora medicamento para Esclerose Múltipla 01/09/2007

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CE aprova nova fórmula de Rebif

A Merck Serono, unidade da farmacêutica alemã Merck KGaA, recebeu aprovação da Comissão Europeia para comercializar uma nova fórmula do Rebif (Interferão beta-1a), um medicamento utilizado no tratamento da esclerose múltipla recidivante.

A nova fórmula do medicamento, que deve ser lançada no próximo mês, foi desenvolvida para aumentar os benefícios do tratamento e pensada para melhorar a tolerabilidade da terapia quando injectada, refere a Merck num comunicado emitido esta quinta-feira (30 de Agosto).

A aprovação europeia é “um passo importante” nos esforços da empresa para “continuar a fornecer soluções terapêuticas melhoradas aos doentes com esclerose múltipla”, afirmou o chefe de operações europeias da empresa, Roberto Gradnik, numa nota a que o Farmacia.com.pt teve acesso.

De acordo com a Merck, a autorização de comercialização aplica-se a todos os 27 países da União Europeia, bem como à Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Fonte: Farmacia.com.pt

Tratamento adequado minimiza impacto da esclerose múltipla 31/08/2007

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A educadora Silvânia Sousa Aveiro sofreu uma mudança repentina durante uma festa em 2002. A lembrança que ela tem é da dificuldade em se equilibrar sobre o salto do sapato. O diagnóstico de esclerose múltipla (EM) privou Silvânia de usar calçados de salto alto.

“Parece que as pessoas portadoras dessa doença têm receio de falar sobre o assunto. Eu já sabia da existência desse mal ‘por alto’, pois uma amiga do meu marido sofria de esclerose múltipla. Na época, não me preocupei; acreditamos que isso nunca vá acontecer conosco”, afirma.

Silvânia é presidente da Associação Uberabense de Amigos e Portadores de Esclerose Múltipla (Auapem), entidade formada em dezembro de 2003. Juntamente com ela, estão cadastrados 18 portadores da doença.

“Nosso objetivo é ajudar uns aos outros, dar apoio à família dos portadores. No momento, nós praticamos Equoterapia, Fisioterapia, Hidroterapia e recebemos também visitas de apoio. Tudo isso com a ajuda financeira dada por um laboratório, do qual recebemos as injeções aplicadas em alguns portadores”, explica.

Hoje, 30 de agosto, é o Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla. Segundo informações da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem), calcula-se que, no Brasil, a prevalência da doença seja de 10 casos para cada 100 mil habitantes. Ainda de acordo com a Abem, é uma das moléstias mais comuns do Sistema Nervoso Central (SNC), composto pelo cérebro e medula espinhal, em adultos jovens.

Funcionamento. O SNC atua como um quadro de distribuição, enviando mensagens através dos nervos para as diferentes partes do corpo. Essas mensagens, cujo fluxo normal é interrompido pela EM, controlam todos os movimentos conscientes e inconscientes do corpo humano.

A maioria das fibras nervosas está envolvida pela mielina, uma substância de gordura que facilita a transmissão de mensagens. A EM destrói a mielina, retardando ou bloqueando a transmissão das mensagens.

As causas ainda são um mistério para a Medicina, mas podem partir do ataque de um vírus; reação imune em que o corpo “se engana” e ataca seus próprios tecidos ou por uma combinação de vírus e resposta auto-imune. Segundo a Abem, cientistas verificaram maior incidência da doença em mulheres. Os sintomas aparecem normalmente entre indivíduos de 18 e 45 anos de idade.

Curiosamente, é nas populações que vivem em áreas com condições sanitárias favoráveis que se registra maior número de casos de Esclerose Múltipla. A Abem sinaliza a possibilidade de que pessoas dessas áreas estejam privadas da exposição a algum fator que possa ajudar a produzir imunidade à patologia.

Tratamento. Não há cura para a doença, mas existem recursos para ajudar os pacientes a se manterem independentes, confortáveis e produtivos. A fisioterapia, o acompanhamento psicológico, medicamentos para modificar a evolução da doença e consultas periódicas são medidas que possibilitam esses portadores a manterem uma vida considerada “normal”.

Fonte: JM Online

Estudo: Ressonância magnética útil na esclerose múltipla 28/08/2007

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Investigadores identificaram uma anormalidade relacionada com a progressão da esclerose múltipla (EM) em imagens do cérebro de doentes obtidas através de Ressonância Magnética, revela um estudo publicado hoje na revista Radiology.

«Com base nestas descobertas, os médicos poderão diagnosticar a esclerose múltipla de forma mais exacta e identificar pacientes em risco de desenvolver esta doença progressiva», disse Rohit Bakshi, professor assistente de Neurologia e Radiologia da Escola Médica de Harvard (Estados Unidos).

Bakshi é o autor principal do estudo publicado na revista «Radiology» de Agosto, uma publicação científica dedicada à radiologia e ciências relacionadas, da Sociedade Norte-americana de Radiologia.

A Esclerose Múltipla é uma doença crónica autoimune caracterizada pela destruição da mielina, camada protectora que rodeia as células nervosas.

A doença pode afectar numerosas funções do corpo, causando sintomas que incluem diminuição da vista e da fala, perda de memória, depressão fraqueza muscular, perda de coordenação, entorpecimento, dores, problemas de intestinos e bexiga e disfunção sexual.

Afecta aproximadamente 2,5 milhões de pessoas no mundo, das quais 450.000 na Europa, a maioria mulheres com idades entre os 20 e os 50 anos, sendo a incidência maior nos países nórdicos.

Em Portugal, estima-se que o número de doentes seja cerca de 5.000.

Há quatro classificações de EM, mas as duas mais comuns são a Recorrente Remissiva, que atinge cerca de 60 por cento dos pacientes com menos de 40 anos, e a Secundariamente Progressiva, que resulta da evolução da anterior.

Na EM Recorrente Remissiva os doentes sofrem «ataques» seguidos por períodos de remissão com recuperação completa ou quase completa, enquanto que na Secundariamente Progressiva os doentes continuam a ter surtos mas de recuperação incompleta, com deterioração progressiva da condição física ao longo do tempo.

Bakshi e colegas reviram os dados de 145 doentes de EM, incluindo 112 mulheres e 33 homens, dos quais 92 estavam na fase Recorrente Remissiva da doença e 49 Secundariamente Progressiva.

A classificação da doença era desconhecida em quatro pacientes.

Os investigadores descobriram que as imagens dos cérebros dos pacientes com EM, obtidas por Ressonância Magnética, apresentam frequentemente áreas brilhantes chamadas lesões Hiperintensas, também conhecidas por áreas de «redução de T1».

Decidiram então determinar se haveria relação entre a frequência e a localização dessas lesões e a progressão da doença, atrofia do cérebro e incapacidade em pacientes com EM.

A análise descobriu 340 lesões T1 Hiperintensas em 123 pacientes e que as lesões são mais comuns em pacientes com EM Secundariamente Progressiva.

Por outro lado, 71 por cento dos pacientes com EM Secundariamente Progressiva tinham múltiplas lesões T1 Hiperintensas, que eram apresentadas por 46 por cento dos pacientes com Recorrente Remissiva.

O total de lesões T1 Hiperintensas foi estreitamente relacionado com a incapacidade física, progressão da doença e atrofia cerebral.

«As descobertas sugerem que as lesões T1 Hiperintensas ocorrem geralmente em pacientes com EM e que a presença de lesões múltiplas indica um risco de avanço do curso da doença«, disse Bakshi, salientando a importância do uso desta forma de diagnóstico para detectar ou acompanhar o desenvolvimento desta doença.

Fonte: Diário Digital / Lusa

Perfil genômico da esclerose 25/08/2007

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Agência FAPESP – Cientistas norte-americanos acabam de descobrir dois genes que podem estar envolvidos no desenvolvimento da esclerose múltipla, doença do sistema nervoso central que afeta 350 mil pessoas nos Estados Unidos e mais de 2,5 milhões no mundo inteiro.

A descoberta, que será publicada em artigo na edição da próxima semana do New England Journal of Medicine, foi apresentada pela primeira vez nesta quarta-feira (22/8) no 13º Congresso Internacional de Imunologia, que está sendo realizado no Rio de Janeiro.

“Uma das perguntas mais freqüentes em relação a essa doença era o que a causava. Agora, temos algo substancial que nos faz olhar para uma possibilidade terapêutica”, afirmou David Hafler, que liderou a pesquisa na Escola de Medicina da Universidade Harvard.

O pesquisador estudou 12 mil amostras do DNA, sendo 4 mil de pacientes com esclerose múltipla no Hospital Brigham and Women’s e o restante de indivíduos sadios, em geral parentes dos pacientes. A pesquisa começou em 2003, quando o Projeto Genoma Humano foi finalizado, tendo sido mapeados cerca de 23 mil genes.

“Investigamos todos eles para ver quais poderiam causar a doença. Embora tenhamos encontrado apenas três – o IL-2, o IL-7 e o CD58 –, achamos que mais genes podem estar envolvidos na resposta imune”, disse Hafler à Agência FAPESP.

De acordo com o pesquisador, o IL-2 já havia sido relacionado ao tipo 1 da diabetes e a males que atingem a tireóide. Diferentemente do que ocorre com outras doenças causadas por uma mutação em um único gene, Hafler estima que, nesse caso, as variações genéticas podem contribuir para a suscetibilidade.

“Cada gene contribui apenas com uma pequena parcela de risco. A grande questão é descobrir como eles interagem uns com os outros. Se eles tiverem algumas características em comum, isso poderia apontar a causa da doença, o que nos guiaria para futuros tratamentos. O que está em jogo é descobrir as similaridades das doenças auto-imunes”, avaliou o imunologista.

Segundo Hafler, o ambiente, juntamente com fatores genéticos, pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento da esclerose. Ele contou que seu próximo passo será estudar o DNA de mais 9 mil pacientes.

A idéia é desenvolver drogas mais específicas para a doença, melhores que as usadas atualmente – a interferona, a copoxone e as imunossupressoras, mal vistas pelos pesquisadores por deixar os pacientes vulneráveis a doenças oportunistas. “Temos que encontrar urgentemente novas opções”, disse.

A esclerose múltipla é uma doença degenerativa, sem cura, que atinge principalmente adultos jovens entre 20 e 40 anos de idade. A incidência é maior em mulheres (na proporção de 3 por 1). No Brasil não existem dados epidemiológicos oficiais da doença, mas estatísticas da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla dão conta de que 30 mil pessoas sofrem do mal no país.

Fonte: Agência FAPESP

Tysabri demonstra benefícios inovadores no tratamento da esclerose múltipla 24/08/2007

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“Annals of Neurology” publica resultados da investigação

O Tysabri (natalizumab) melhora significativamente a qualidade de vida e saúde dos doentes com esclerose múltipla (EM), reduzindo o risco de deterioração causada pela doença, demonstra um novo estudo publicado no “Annals of Neurology”. O fármaco, recentemente reintroduzido no mercado, tinha sido retirado em 2005, altura em que foi relacionado com três casos de leucoencefalopatia multifocal progressiva que se revelaram fatais.

Mesmo depois do medicamento ter sido devolvido ao mercado português as opiniões sobre a sua utilização continuaram a divergir. João Casais, presidente da Associação Nacional de Esclerose Múltipla desaconselha a utilização do Tysabri, porque, tal como afirmou em declarações ao farmacia.com.pt, “o que aconteceu com os doentes que morreram é muito estranho”. No entanto, ensaios clínicos aleatórios de Fase III, que envolveram a participação de 2.113 doentes, portadores de formas reincidentes de EM, revelaram que a substância provoca melhorias significativas nos pacientes.

Segundo explicou Richard Rudick, Director do Centro Mellen Para Tratamento e Investigação da Esclerose Múltipla da Cleveland Clinic e o principal investigador do estudo, os dados permitem observar que “os doentes tratados com o natalizumab registaram melhorias estatisticamente importantes” no que diz respeito à qualidade de vida. Os resultados são inéditos, salienta o responsável, uma vez que “nunca tinham sido observados dados semelhantes em estudos clínicos anteriormente realizados envolvendo doentes com EM”. As conclusões indicam também que, quando associado ao Avonex (Interferon beta-1a), o Tysabri demonstra igualmente benefícios na melhoria da qualidade de vida dos doentes.

Produzido e comercializado pelas empresas Biogen Idec e Elan Pharmaceuticals, o Tysabri está disponível em Portugal desde o dia 1 de Junho e é a única terapêutica indicada na modificação da patologia em doentes com EM muito activa, em monoterapia. O medicamento contribui para a redução dos surtos característicos da EM e para a redução da progressão da incapacidade, sendo indicado em doentes que apresentaram uma resposta inadequada a outras terapêuticas e agentes modificadores da doença ou que têm uma forma de EM muito activa, caracterizada por surtos frequentes.

Fonte: Farmacia.com.pt

Estudo identifica alteração ligada à esclerose múltipla 23/08/2007

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Pesquisadores americanos mapearam três genes que, caso sofram uma alteração específica, podem desencadear o surgimento da esclerose múltipla, doença degenerativa crônica do sistema nervoso central que atinge mais de 2,5 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla estima que haja mais de 30 mil doentes.

O estudo, que será apresentado hoje, pela primeira vez, no 13º Congresso Internacional de Imunologia, no Rio, abre caminho para o desenvolvimento de novas drogas contra a doença, que não tem cura conhecida. Na semana que vem, ele será publicado no New England Journal of Medicine.

Para o pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, David Hafler, coordenador do trabalho, espera-se que esse seja o primeiro passo para o desenvolvimento de tratamentos específicos.  “Há 30 anos não há novas descobertas em relação à doença, queremos agora determinar o que causa as mutações nesses genes, se são fatores genéticos ou ambientais”, disse.

O estudo começou em 2003, a partir da conclusão do Projeto Genoma. Os pesquisadores analisaram os 23 mil genes mapeados e compararam com o DNA de 12 mil pessoas, das quais 4 mil eram portadoras da doença.

Segundo Hafler, a pesquisa concluiu que a alteração dos genes IL-2 receptor, IL-7 receptor e CD-8 pode contribuir para o desenvolvimento da esclerose múltipla. O IL-2 receptor já apareceu em outros estudos relacionados à diabete do tipo 1 e à doença auto-imune da tireóide. As três proteínas agem regulando os linfócitos, glóbulos brancos responsáveis pela defesa do organismo. Com a mutação, elas perdem sua função de defesa e passam a atacar as células do sistema nervoso central.

Fonte:  Jornal O Estado de São Paulo

Albert Einstein usa pacientes-robô em centro de simulações 23/08/2007

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São Paulo – Manequins computadorizados simulam diferentes tipos de pacientes e situações clínicas, respondendo inclusive a medicamentos reais.

dest_88.jpgO Hospital Albert Einstein inaugura no mês de agosto um centro de simulação em São Paulo, que utilizará robôs no lugar de pacientes para recriar situações cínicas em um ambiente interativo e treinar profissionais da área de saúde.

No lugar dos pacientes reais, robôs de alta tecnologia passam pelos procedimentos. O software por trás dos manequins computadorizados permite simular pacientes com diferentes características – homens, mulheres, magros, obesos, idosos, crianças e com condições específicas, como diabetes, hipertensão ou reação a medicamentos, entre outras.

> Veja as fotos do paciente-robô do Albert Einstein

O manequim simula movimentos respiratórios e sons cardíacos e é capaz de responder em tempo real aos estímulos externos em situações de parada cardiorespiratória, intubação, ventilação e inserção de cateteres. Ele também interage com o treinando, emitindo vozes e respondendo a estímulos verbais.

Além disso, alguns dos medicamentos administrados nos pacientes robóticos são reais, pois o sistema por trás do manequim é capaz de reconhecê-los.

“Se o médico administrar o medicamento errado, o paciente pode ter uma parada cardíaca. O objetivo é simular o caos”, conta Cristina Mizói, responsável pelo centro.

Estão disponíveis para as simulações cinco manequins computadorizados – um adulto e uma criança mais complexos e outros três modelos adultos mais simples. Além dos robôs, as simulações podem utilizar atores representando outros membros da equipe médica ou parentes das vítimas.

“Além dos procedimentos técnicos, também simulamos e avaliamos comportamentos”, destaca Cristina.

Resultado de um investimento de 2,5 milhões de dólares, o Centro de Simulação Realística Albert Einstein poderá de treinar 10 mil profissionais por ano, capacitando profissionais dos serviços públicos, universidades, além dos funcionários do próprio Einstein.
O centro de simulação é resultado de uma parceria com o Israel Center for Medical Simulation (MSR), criado pelo Dr. Amitai Ziv, ex-piloto militar que tornou-se médico pediatra e decidiu aplicar à área os conceitos de simulação, redução de risco e segurança da aviação.

Com 450 m2 de área, o centro permite recriar diversos cenários médicos – como centro cirúrgico, centro de terapia intensiva, primeiro-atendimento e consultório – dentro de um ambiente controlado.

Além dos robôs simuladores, o centro traz uma ampla estrutura tecnológica, incluindo sistema de captação digital de áudio e vídeo de alta qualidade para monitorar as simulações.

Fonte: IDG Now!

Autoridades liberam uso medicinal da maconha na Alemanha 22/08/2007

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Em 2003, farmácias holandesas começaram a vender pequenas quantidades de maconha perante receita médica


Em 2003, farmácias holandesas começaram a vender pequenas quantidades de maconha perante receita médica

Paciente recebe do departamento de entorpecentes permissão legal para fazer uso de maconha como analgésico e relaxante. É a primeira vez que o uso da erva é permitido para fins terapêuticos.

Depois de sofrer por 14 anos consecutivos sob os efeitos da esclerose múltipla, a alemã Claudia H., programadora de software de 51 anos, recebeu uma permissão oficial para comprar maconha “em gotas” na farmácia. A partir do fim deste mês de agosto, ela deverá poder comprar seu medicamento à base da cannabis sativa durante um ano, a fim de minimizar as dores acarretadas pela doença.

A notícia, veiculada inicialmente pelo diário Süddeutsche Zeitung, foi confirmada à emissora de televisão SWR por Johannes Lutz, do Departamento Nacional de Entorpecentes. Lutz acentua que a permissão vai depender de cada caso e que o acompanhamento médico do uso da substância é imprescindível. Cada pedido deverá ser analisado “com cuidado, mas também com benevolência”, observa o especialista.

Até maio de 2005, todos os pedidos oficiais entregues ao departamento haviam sido rejeitados, com exceção do uso destinado a pesquisas científicas e de “interesse público”. O argumento usado pela paciente do sul da Alemanha para convencer as autoridades foi exatamente este: o de que a saúde de cada paciente seria também “de interesse público”.

“Haxixe no cofre”

Segundo o Süddeutsche Zeitung, em artigo intitulado “haxixe no cofre”, há cada vez mais estudos apontando os efeitos analgésicos e tranquilizantes da cannabis, principalmente nos pacientes que sofrem de esclerose múltipla, além do fato de a substância ser útil na prevenção da perda de peso em pacientes que sofrem de Aids ou câncer, por estimular o apetite.

Pesquisas apontam efeitos medicianais da canabis

Pesquisas apontam efeitos medicianais da canabis

Como a maconha continua sendo ilegal na Alemanha, os médicos só estão aptos a prescrever o medicamento Dronabinol, agente sinteticamente fabricado. Os custos, porém, não são cobertos pelas seguradoras, como é de praxe na Alemanha no caso de medicamentos prescritos, sob o argumento de que a substância não foi oficialmente liberada para o consumo no país. Uma embalagem com 60 cápsulas do Dronabinol pode custar até 1700 euros.

Ilegalidade

Especialistas em defesa do uso legal da substância apontam para o fato de que muitos pacientes acabam optando pela compra ilegal da cannabis no mercado negro. Mesmo que o porte de pequenas quantidades de maconha ou haxixe – até 30 gramas, dependendo do estado da federação – seja tolerado, muitos desses pacientes prefeririam comprar a substância na farmácia.

A própria Claudia H., do estado de Baden-Württenberg, que acaba de receber a permissão para adquirir oficialmente o Dronabinol nas farmácias, afirma ter “arranjado maconha” para fins terapêuticos anteriormente. “Fiz isso com total apoio da minha médica. Duas a três vezes por semana, faço um chá das flores secas da maconha à noite para amenizar as dores fortes que sinto”, conta a paciente ao jornal alemão. (sv)

Fonte: Deutsch Welle

Uma esperança para os portadores de esclerose múltipla 21/08/2007

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Cientistas conseguiram identificar os genes de doenças que atacam as células de defesa do organismo. A descoberta pode facilitar a prevenção das chamadas doenças auto-imunes e foi apresentada no Rio, em um congresso de pesquisadores de 77 países.

Cientistas conseguiram identificar os genes de doenças que atacam as células de defesa do organismo. A descoberta pode facilitar a prevenção das chamadas doenças auto-imunes e foi apresentada no Rio, em um congresso de pesquisadores de 77 países.

Luzia Trindade sofre de esclerose múltipla há 24 anos, já passou longas temporadas em cadeira de rodas. Há muito, uma idéia a atormenta. “É com relação aos meus filhos. Até hoje a ciência não me deu certeza absoluta se eles poderiam ou não desenvolver essa doença daqui a algum tempo”, se questiona a presidente da Associação de Pacientes de Esclerose Múltipla.

Já é possível, sim, saber se os filhos herdaram ou não o mal. A novidade está sendo apresentada em um congresso no Rio. Um grupo de cientistas estrangeiros identificou todos os gens, mais de uma centena, que podem estar associados às doenças auto-imunes, aquelas em que as células atacam o próprio organismo, como a esclerose múltipla – que é a perda de função dos nervos; o diabetes, o aumento de açúcar no sangue; e o lupus, que é a inflamação grave de qualquer parte do organismo.

“Eu sou capaz de determinar para este indivíduo qual é o grau de gravidade da doença, qual a velocidade que ela vai aparecer e quais são os órgãos que serão afetados e conseqüentemente atrasar o aparecimento da doença, ou muitas vezes impedi-lo completamente”, afirma Luiz Vicente Rizzo, coordenador de estudos imunológicos – USP.

No congresso, vai ser mostrado também que a ciência médica não tem mais dúvidas: são cinco os grande vilões provocadores das doenças auto-imunes: a genética, a poluição do ar, a má alimentação, os remédios tomados sem receitas médicas e o stress.

Pelo menos um desses vilões pode ser combatido facilmente. Uma hora de exercício físico por dia e o stress está sob controle. Palavra de cientista.

Fonte: Jornal Nacional, Rede Globo – 21.08.2007

TYSABRI: melhorias significantes 21/08/2007

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TYSABRI(R) Demonstra Melhorias Significantes de Qualidade de Vida Com Relação à Saúde Para Pacientes Com Esclerose Múltipla em Estudo Publicado na Annals of Neurology

CAMBRIDGE, Mass. & DUBLIN, Irlanda–(BUSINESS WIRE)–A Biogen Idec (NASDAQ:BIIB) e a Elan Corporation (NYSE:ELN) anunciou a publicação de resultados demonstrando que os pacientes tratados com TYSABRI(R) (natalizumab) mostraram uma melhoria significante em medidas de qualidade de vida com relação à saúde (HRQoL) em comparação com placebo. Esses resultados foram apurados nos primeiros estudos de esclerose múltipla (MS) de Fase III que demonstraram melhoria nas medidas de HRQoL em pacientes com forma reincidentes de MS. Os resultados foram publicados na edição desta data da Annals of Neurology.

“Esses dados mostraram que os pacientes tratados com o TYSABRI estiveram mais propensos a experimentar melhorias estatisticamente importantes nas medidas de qualidade de vida utilizadas para avaliar melhorias ou progressão significantes da doença. Esses resultados não tinham sido anteriormente observados em estudos clínicos envolvendo pacientes de MS”, disse Richard Rudick, MD, diretor do Centro Mellen Para Tratamento e Pesquisa de Esclerose Múltipla da Cleveland Clinic, principal investigador do estudo.

Esses testes clínicos de Fase III (AFFIRM e SENTINEL) de dois anos, randômicos, double-blind (avaliação sigilosa por pares), controlados por placebo e de múltiplos centros, foram conduzidos em 2.113 pacientes com formas reincidentes de MS. O objetivo era avaliar o relacionamento entre a atividade da doença e a HRQoL em formas reincidentes de MS, e o impacto do TYSABRI nessas medidas.

Nos estudos, a HRQoL foi avaliada com a utilização de duas medidas diferentes em linha básica e semanas 24, 51 e 104:

* A Short Form-36 (SF-36), uma pesquisa padronizada e validada que foi utilizada extensivamente em várias áreas de doenças, incluindo MS para examinar a situação da doença. A SF-36 é composta de 36 questões destinadas a avaliar o bem-estar psíquico (Resumo de Componente Físico ou PCS) e mental (Resumo de Componente Mental ou MCS) da perspectiva do paciente.
* A Escala Análoga Visual (VAS), uma medida de bem-estar avaliada pelo paciente e marcada em uma escala de 0 a 100, com 0 indicando “deficiente” e 100 indicando “excelente.”

Os resultados do teste de monoterapia AFFIRM incluem:

* Uma melhoria estatisticamente significante na SF-36 PCS a partir da semana 24 e em todos os pontos subseqüentes em comparação com um declínio no grupo tratado com placebo.
* Uma melhoria estatisticamente significante na SF-36 MCS na semana 104 em comparação com um declínio no grupo tratado com placebo.
* Benefícios estatisticamente significantes com a VAS em comparação com placebo nas semanas 52 e 104.
* Os pacientes mostraram melhorias sustentadas nas medidas de linha básica de qualidade de vida, não apenas uma redução na deterioração da qualidade de vida.
* As medidas de HRQoL estiveram correlacionadas com medidas comuns de gravidade de MS, incluindo EDSS, progressão sustentada de incapacidade, número de reincidências, MSFC e volume de lesões T2-hiperintensa e T1-hipointensa.

As melhorias nas medidas de qualidade de vida também foram observadas no estudo SENTINEL, em que o TYSABRI foi adicionado ao AVONEX(R) (Interferon beta-1a). Esta publicação é feita em adição a uma apresentação dos resultados preliminares do mesmo estudo feita na Conferência Anual da Academia Americana de Neurologia de 2006.

Sobre o TYSABRI(R)

O TYSABRI é um tratamento aprovado para formas reincidentes de esclerose múltipla (MS) nos Estados Unidos e MS reincidente-remitente na União Européia. De acordo com dados publicados no New England Journal of Medicine, depois de dois anos, o tratamento com o TYSABRI levou a uma redução relativa de 68% (p<0,001) na taxa de reincidência anual em comparação com placebo e reduziu o risco relativo de progressão de incapacidade em 42-54% (p<0,001).

O TYSABRI aumenta o risco de leucoencefalopatia multifocal progressiva (PML), uma infecção viral oportunista do cérebro que normalmente leva à morte ou grave incapacidade. Outros eventos adversos sérios que ocorreram em pacientes tratados com o TYSABRI incluíram reações de hipersensibilidade (ex.: anafilaxia), infecções, depressão e cálculos biliares. Infecções oportunistas sérias e outras atípicas foram observadas em pacientes tratados com TYSABRI, alguns dos quais tendo recebido imunossupressores concorrentemente. As infecções por herpes foram ligeiramente mais comuns em pacientes tratados com TYSABRI. Em testes de MS, a incidência e taxa de outros eventos adversos sérios e comuns, incluindo incidência geral e taxa de infecções, estiveram equilibradas entre os grupos de tratamento.

Os resultados adversos comuns informados em pacientes tratados com TYSABRI incluem dor de cabeça, fadiga, reações à infusão, infecções do trato urinário, dores nas juntas e nos membros, infecções respiratórias inferiores, erupções, gastrenterite, desconforto abdominal, vaginite e diarréia.

Além dos Estados Unidos e União Européia, o TYSABRI foi aprovado também na Suíça, Canadá, Austrália e Israel. O TYSABRI foi descoberto pela Elan e é co-desenvolvido com a Biogen Idec.

Para obter mais informações sobre o TYSABRI, visite http://www.tysabri.com, http://www.biogenidec.com ou http://www.elan.com, ou ligue para 1-800-456-2255.

Sobre a Biogen Idec

A Biogen Idec cria novos padrões de tratamento em áreas terapêuticas com grandes necessidades médicas não atendidas. Fundada em 1978, a Biogen Idec é líder global em descoberta, desenvolvimento, fabricação e comercialização de terapias inovadoras. Pacientes em mais de 90 países se beneficiam dos produtos significantes da Biogen Idec que tratam de doenças como linfoma, esclerose múltipla e artrite reumática. Para obter informações sobre rótulos de produtos, boletins de imprensa e informações adicionais sobre a companhia, visite http://www.biogenidec.com.

Sobre a Elan

A Elan Corporation plc é uma companhia de biotecnologia baseada em neurociência empenhada em fazer a diferença nas vidas de pacientes e suas famílias dedicando-se a conduzir inovações em ciência para atender a necessidades médicas significantes que continuam a existir ao redor do mundo. As ações da Elan são negociadas nas Bolsas de Valores de Nova York, Londres e Dublin. Para obter informações adicionais sobre a companhia, visite http://www.elan.com.

Declarações de Salvaguardas/Previsões Futuras

Este boletim de imprensa contém previsões futuras relacionadas ao TYSABRI. Essas previsões estão baseadas nas convicções e expectativas atuais das companhias. O potencial comercial do TYSABRI está sujeito a vários riscos e incertezas. Os fatores que podem causar resultados reais diferentes materialmente das expectativas atuais das companhias incluem o risco de que não sejamos capazes de tratar adequadamente as preocupações ou questões levantadas pela FDA ou outras autoridades regulamentadoras, que possam surgir preocupações de dados adicionais, que a incidência e/ou risco de PML ou outras infecções oportunistas em pacientes tratados com o TYSABRI possam ser maiores do que os observados em testes clínicos, ou que as companhias possam encontrar outros obstáculos inesperados. O desenvolvimento e comercialização de medicamentos envolvem um alto grau de risco.

Para obter informações mais detalhadas sobre os riscos e incertezas associados com o desenvolvimento de medicamentos e outras atividades das companhias, consulte os relatórios periódicos da Biogen Idec e Elan junto à Securities and Exchange Commission. As companhias não assumem nenhuma obrigação de atualizar quaisquer previsões futuras, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou outros fatores.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Fonte: Business Wire

Médicos diagnosticam ‘infelicidade como depressão’, diz estudo 18/08/2007

Posted by Esclerose Múltipla in Espaço médico, Qualidade de vida.
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mulher com depressão
Medicamentos podem ser ineficazes se não há doença

Muitas pessoas estão sendo dignosticadas com depressão, quando, na verdade, estão simplesmente infelizes, afirma uma pesquisa feita na Universidade de New South Wales, na Austrália.

O professor Gordon Parker afirma que a definição de depressão é difusa e acaba levando médicos a tratarem estados emocionais normais como doença.

Em artigo publicado no British Medical Journal, Parker chama a depressão de diagnóstico que “engloba tudo”, difundido por estratégias de marketing.

Cerca de um em cada cinco adultos é diagnosticado com depressão em, algum momento da vida. Em países como a Grã-Bretanha, os custos com a perda de produtividade e tratamento da doença é estimado em bilhões de dólares.

Velho estigma

Parker acompanhou 242 pessoas durante 15 anos e descobriu que, entre elas, mais de três quartos se encaixavam nos critérios utilizados atualmente para definir a doença.

Ele explica que quase todos os participantes apresentaram sintomas como “sentimentos de tristeza e baixo astral” em algum momento da vida, o que não significa que pudessem ser enquadrados nos casos de depressão clínica, que requerem tratamento.

Para o professor, a prescrição de medicamentos pode aumentar falsas esperanças e não ser eficaz, já que não há nada que esteja biologicamente errado com o paciente.

“Nos últimos 30 anos, as definições tradicionais para se definir depressão clínica se expandiram para o território da depressão considerada normal e, com isso, há o risco de que as depressões amenas, que são experiências comuns, acabem virando patológicas”.

Em outro artigo publicado no British Medical Journal, o professor Ian Hickie contradiz a teoria de Parker e defende que o diagnóstico e o tratamento da depressão reduziram o número de suicídios e acabaram com o velho estigma que sempre rondou a doença mental.

Para Hickie, se apenas os casos sérios fossem tratados, outras pessoas acabariam morreriam desnecessariamente.

Fonte: BBC Brasil

Vacina de DNA contra esclerose passa por 1º teste 15/08/2007

Posted by Esclerose Múltipla in Espaço médico.
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Após injeção, pacientes de doença degenerativa tiveram melhora

The Guardian

O primeiro teste em seres humanos de um vacina baseada em DNA para combater a esclerose múltipla foi considerado um sucesso por médicos americanos. A vacina funciona refreando a ação do sistema imunológico, que se torna hiperativo nas pessoas que têm a doença. Um pequeno grupo de células imunológicas começa a atacar o revestimento de mielina que envolve o sistema nervoso central. Essa cobertura ajuda a garantir que os sinais enviados ao longo dos nervos viajem rapidamente.

Os médicos chefiados por Amit Bar-Or do Instituto de Neurologia de Montreal, no Canadá, desenvolveram uma vacina que contém filamentos de DNA produtores de mielina. No estudo, 30 pacientes receberam injeção nos músculos.

O objetivo principal foi testar a segurança da vacina, a primeira a ser administrada em seres humanos para tratar uma doença auto-imune como a esclerose múltipla. Os efeitos colaterais tiveram duração breve e foram considerados moderados, segundo relatório publicado na revista especializada Archives of Neurology.

CONTAGEM DE LESÕES

Entre outras verificações, os pacientes foram submetidos a escaneamento do cérebro por ressonância magnética para examinar os danos causados pela doença. À medida que a esclerose múltipla progride, produz lesões que podem ser contadas e dimensionadas. No experimento, os pesquisadores viram o número de lesões cair até 64%. O tamanho das lesões também diminuiu, até 83%.

Os pesquisadores ficaram empolgados, mas pediram cautela. “Demonstramos nesse primeiro teste que o método é seguro e bem tolerado”, escreveram. A equipe de pesquisadores começou agora uma experiência de maiores proporções: 12 meses de duração e 290 pacientes envolvidos.

A esclerose múltipla é uma doença degenerativa que atinge de 10 a 80 de cada 100 mil habitantes, dependendo da região do planeta.

Fonte: Jornal Estadão

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